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Mais de 70% dos profissionais de TI já usam IA: de vilã com potencial de substituir colaboradores a uma eficiente assistente

De acordo com a pesquisa da Freshworks realizada com 2.000 profissionais de TI, quase todos (95%) veem benefícios no uso da IA generativa no trabalho

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Trabalho, produtividade e saúde das mulheres

Será que as empresas estão atentas às perdas causadas por essa situação?

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Mais de 70% dos profissionais de TI já usam IA: de vilã com potencial de substituir colaboradores a uma eficiente assistente

Por Daniel Campos Neto

A Inteligência Artificial (IA) tem se consolidado como uma poderosa aliada no ambiente de trabalho. De acordo com a pesquisa da Freshworks realizada com 2.000 profissionais de TI, quase todos (95%) veem benefícios no uso da IA generativa no trabalho, já que com a ferramenta é possível liberar as equipes de tarefas repetitivas para se concentrarem em responsabilidades mais estratégicas.

Ainda de acordo com o levantamento, impressionantes 71% dos profissionais de Tecnologia da Informação (TI) já estão utilizando IA em suas atividades laborais. Esse número expressivo revela não apenas a adoção crescente dessa tecnologia, mas também a sua relevância e impacto nos mais diversos setores e especialidades dentro do setor.

Áreas mais impactadas

Uma das áreas mais impactadas pela IA é o suporte técnico. A pesquisa aponta que 49% dos profissionais de TI utilizam a IA para otimizar e agilizar os processos de suporte, respondendo a dúvidas frequentes, identificando problemas e até mesmo realizando correções automatizadas. Isso não apenas aumenta a eficiência, mas também libera tempo para os profissionais se dedicarem a tarefas mais estratégicas e criativas.

Embora exista um grande temor sobre a substituição de colaboradores por ferramentas de aprendizado contínuo, desde o início da sua difusão entre o grande público, a IA tem desempenhado um papel de assistência. Ou seja, o profissional humano segue no centro das operações, coordenando os passos da inteligência.

Outro aspecto destacado é o uso da IA na segurança cibernética. Com 43% dos profissionais de TI utilizando a tecnologia, a IA mostra-se como uma aliada poderosa na detecção de padrões suspeitos, prevenção de ataques e até mesmo na identificação e correção de vulnerabilidades em tempo real. Em um cenário onde as ameaças digitais são cada vez mais sofisticadas e os profissionais de cibersegurança cada vez mais escassos, a IA se torna uma peça-chave na defesa das redes e sistemas.

Impacto no mercado

A inteligência generativa já está presente no desenvolvimento de software, com 39% dos profissionais utilizando a ferramenta para acelerar o processo de criação e teste de novas aplicações. Isso significa ciclos de desenvolvimento mais curtos, lançamentos mais rápidos no mercado e uma capacidade maior de inovação.

É importante ressaltar que a adoção da IA não significa a substituição dos profissionais de TI, mas sim uma mudança na forma como eles trabalham. A tecnologia vem para potencializar as habilidades humanas, automatizando tarefas repetitivas e garantindo suporte na tomada de decisões mais assertivas.

Investimento em treinamento e capacitação

No entanto, o cenário também traz desafios. Com a crescente complexidade da IA, é necessário um investimento contínuo em capacitação e atualização profissional. A habilidade de compreender, implementar e manter sistemas baseados em IA tende a se tornar uma competência cada vez mais valorizada no mercado de trabalho.

Assim como o domínio de algumas ferramentas já é intrínseco para o dia a dia da maioria das profissões, como o pacote office por exemplo, o domínio básico de IA também tende a se tornar uma habilidade exigida por empresas e recrutadores no futuro.

Além disso, é importante que as empresas compreendam o impacto dessa tecnologia em seus negócios, de forma que seja possível estabelecer métodos e treinamentos específicos para o uso dessas ferramentas no cotidiano dos colaboradores.

Diante desses dados, fica claro que a IA já é uma realidade no cotidiano dos profissionais de TI e, para os que acham que para as demais profissões o uso dessa ferramenta ainda está distante, já observamos uma forte aderência em distintas áreas, como por exemplo o uso da IA para a seleção de currículos no setor de RH, médicos que solicitam análises de exames para a inteligência, jornalistas que traduzem seus materiais em diversos idiomas, setores de marketing que automatizam o copywriting em suas campanhas e, em breve, essa aplicabilidade da tecnologia fará parte do dia a dia da maioria das profissões.

Para os que souberem aproveitar suas potencialidades, a IA representa não apenas uma ferramenta de trabalho, mas também uma oportunidade de se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e tecnológico.

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Trabalho, produtividade e saúde das mulheres

Confira o artigo da Danielle Ruiz que saiu na  Isso É Notícia e na Foco Cidade:

 

O ambiente de trabalho pode causar diversos impactos na produtividade e saúde de todas as pessoas, principalmente das mulheres que são afetadas por muitas questões dentro e fora das empresas. Mas será que as empresas estão atentas às perdas causadas por essa situação?

O mês de maio nos convida à reflexão voltada aos trabalhadores, principalmente das mulheres, já que segundo dados do IBGE, 43% da força de trabalho hoje é representada por elas. Desse total, 87% disseram se sentir sobrecarregadas e uma das causas é, justamente, a “maternidade”.

Portanto, investir em iniciativas que ofereçam apoio às mulheres no local de trabalho cria um ambiente mais favorável e acolhedor, uma vez que tanto empregados quanto empregadores obtêm benefícios reais. Além disso, empresas que desenvolvem programas e políticas de incentivo que permitam às mães conciliar vida profissional e pessoal, com espaço de amamentação, home office, jornada flexível e auxílio-creche, vêm se destacando sob todos os aspectos em “melhores empresas para se trabalhar”.
Nesse contexto, a ênfase do meu trabalho é mostrar aos colaboradores a importância de priorizar uma rotina de autocuidado, que inclua a prática regular de exercícios físicos, sono de qualidade, descanso, atividades de lazer e hobbies. Neste mês, aproveito para me direcionar às mulheres: como você, que é mãe, está planejando o seu dia, ou você tem funcionado apenas a partir de “urgências”?

Sabemos que alcançar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal é um desafio, principalmente se não houver uma rede de apoio estruturada para garantir a divisão de tarefas, seja com o parceiro e pai dos filhos, familiares, amigos, vizinhos e ainda ajuda profissional para auxiliar com os cuidados com a casa, os filhos e consigo mesma!
Em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu o burnout como uma doença do trabalho, que afeta homens e mulheres, mas não igualmente. Uma pesquisa da consultoria EDC, que ouviu 365 profissionais, apontou que 24,64% das mulheres se sentem angustiadas e ansiosas com o volume de trabalho. Entre os homens, esse número chegou apenas a 15,96%. Na mesma pesquisa, o grupo de mulheres entre 35 e 44 anos foi o que mais identificou sintomas do burnout, com 29,27% das respondentes.
Você já deve ter ouvido falar do mito que diz que as mulheres podem manter a atenção em diversas tarefas ao mesmo tempo? Na verdade, a sobrecarga de atividades leva muitas mulheres a trocarem o foco de atenção rapidamente, passando a impressão de que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Mas a verdade é que não conseguem.
O comportamento multitarefa deve ser eliminado porque, ao contrário, é muito prejudicial à produtividade da mulher em todas as áreas da vida dela. Em longo prazo, ainda pode levar à exaustão profunda e ao adoecimento, seja por burnout, síndrome de ansiedade ou depressão. Neste mês das mães, o convite é esse: repensar antigos padrões, investir em desenvolvimento humano, porque só assim todos sairão ganhando, mães, famílias, empresas e sociedade!

Danielle Ruiz é palestrante e coaching de alta performance, Master programação neurolinguística, Gestão de Equipes, A ciência do bem-estar pela Universidade de Yale.
 

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Impulsionando a Eficiência Operacional: O Papel da Terceirização

Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, a eficiência operacional é essencial para o sucesso de qualquer empresa. Uma estratégia comum para alcançar esse objetivo é a terceirização de determinadas tarefas ou processos, permitindo que a empresa se concentre em suas atividades principais e otimize seus recursos de forma mais eficaz. A terceirização oferece uma série de benefícios que podem melhorar significativamente a eficiência operacional de uma empresa, reduzindo o tempo de execução de projetos e aumentando sua produtividade geral. 

Otimização de Processos Internos:

Um dos principais benefícios da terceirização é a capacidade de otimizar processos internos. Ao delegar tarefas específicas a fornecedores externos especializados, as empresas podem aproveitar a experiência e os recursos desses parceiros para realizar essas tarefas de forma mais eficiente e eficaz do que seria possível internamente. Isso permite que a empresa concentre seus recursos e energia em suas atividades principais, melhorando assim sua eficiência global.

Redução do Tempo de Execução de Projetos:

A terceirização também pode ajudar a reduzir o tempo necessário para executar projetos. Ao confiar em fornecedores externos que estão dedicados exclusivamente a uma determinada tarefa ou serviço, as empresas podem acelerar o processo de execução, aproveitando a expertise e os recursos disponíveis. Isso é especialmente benéfico em projetos que exigem habilidades ou conhecimentos específicos que podem não estar disponíveis internamente, permitindo que a empresa atenda às demandas do mercado de forma mais rápida e eficiente.

Aumento da Produtividade Geral:

Além de otimizar processos e reduzir o tempo de execução de projetos, a terceirização também pode aumentar a produtividade geral de uma empresa. Ao liberar recursos internos para se concentrarem em atividades de maior valor agregado, como inovação, desenvolvimento de produtos ou atendimento ao cliente, a empresa pode melhorar sua capacidade de atender às necessidades do mercado e superar a concorrência. Isso resulta em uma operação mais eficiente e ágil, capaz de se adaptar rapidamente às mudanças nas condições do mercado. 

Em resumo, a terceirização oferece uma maneira eficaz de melhorar a eficiência operacional de uma empresa, permitindo que ela otimize seus processos internos, reduza o tempo de execução de projetos e aumente sua produtividade geral. Ao adotar uma abordagem estratégica para a terceirização, as empresas podem se posicionar para o sucesso a longo prazo, maximizando o uso de seus recursos e impulsionando o crescimento e a inovação.

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3 Dicas Práticas para Fomentar a Colaboração entre Funcionários Internos e Terceirizados

Em um ambiente de trabalho cada vez mais dinâmico e diversificado, a colaboração entre funcionários internos e terceirizados desempenha um papel fundamental no sucesso de
projetos e na consecução de metas organizacionais. No entanto, essa colaboração nem sempre é fácil de alcançar. Para promover uma sinergia eficaz entre esses dois grupos, é
necessário adotar estratégias e práticas que incentivem a comunicação clara, a definição de expectativas e a construção de relacionamentos de confiança.


Comunicação Clara e Aberta:

Uma comunicação clara é a base para qualquer colaboração bem-sucedida. É essencial estabelecer canais de comunicação eficazes entre funcionários internos e terceirizados,
garantindo que todos tenham acesso às informações necessárias para realizar seu trabalho de forma eficiente. Isso pode incluir reuniões regulares, uso de ferramentas de comunicação online e criação de um manual de boas práticas que detalhe os processos e procedimentos da empresa.


Definição de Expectativas:

É fundamental estabelecer expectativas claras desde o início da colaboração. Isso envolve definir papéis e responsabilidades de cada parte envolvida, bem como estabelecer metas e prazos claros para os projetos em que estão trabalhando juntos. Ao alinhar as expectativas de todas as partes, é mais provável que a colaboração flua sem problemas e que os resultados desejados sejam alcançados dentro do prazo e do orçamento estabelecidos.


Construção de Relacionamentos de Confiança:

A confiança é um elemento essencial em qualquer relacionamento de trabalho colaborativo. Para construir confiança entre funcionários internos e terceirizados, é importante investir no desenvolvimento de relacionamentos pessoais e profissionais. Isso pode incluir a organização de atividades sociais para promover a integração entre os dois grupos, bem como o estabelecimento de um ambiente de trabalho inclusivo e respeitoso, onde todas as contribuições são valorizadas e reconhecidas.

Exemplo: Uma empresa de desenvolvimento de software organiza eventos trimestrais, como almoços ou happy hours, onde funcionários internos e terceirizados podem se conhecer melhor fora do ambiente de trabalho, fortalecendo os laços e a confiança entre as equipes.

Ao implementar essas melhores práticas, as empresas podem fomentar uma colaboração eficaz e produtiva entre funcionários internos e terceirizados, maximizando o potencial de sinergia e impulsionando o sucesso organizacional. Essa abordagem não apenas melhora a eficiência operacional, mas também promove um ambiente de trabalho positivo e colaborativo, onde todos se sentem valorizados e engajados em alcançar objetivos comuns.

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Seis em cada 10 colaboradores estão emocionalmente desligados no trabalho

Processos desorganizados, má comunicação entre times, líderes não capacitados, e falta de metas claras e plano de carreira são apenas alguns dos problemas presentes em empresas que podem resultar em insatisfação e desânimo por parte dos colaboradores. Segundo o relatório State of the Global Workplace 2023 da Gallup, companhia que oferece análises e consultorias para negócios, seis em cada 10 pessoas estão emocionalmente desligadas no trabalho, ou seja, não estão cumprindo além das funções básicas, não enxergando propósito ou significado nas tarefas que têm executado. Além disso, o mesmo levantamento mostra que 18% dos colaboradores estão infelizes no trabalho.

Outro dado que chama a atenção, é o nível de esgotamento nas relações entre colaboradores e chefes. De acordo com uma pesquisa da multinacional EDC Group, mais da metade dos brasileiros (57%) no mercado de trabalho relata ter uma relação difícil ou tóxica com gestores. Além disso, outro recorte mensurado pelo estudo mostra que aproximadamente 46% dos funcionários se sentem perseguidos pela liderança.

Employee Experience

A falta de motivação e engajamento por parte dos funcionários e até pedidos de demissão fazem com que companhias sejam menos produtivas e percam talentos relevantes. Por isso, a área de recursos humanos tem hoje como um dos principais papéis garantir que negócios ofereçam uma experiência do colaborador assertiva.

De acordo com Samantha Salese, Diretora de Gente & Gestão da Propay, empresa de serviços e tecnologia para RH, os colaboradores precisam ter experiências positivas em todas as fases pelas quais passarem dentro de uma companhia. “Tudo começa na seleção, em que empresas precisam fazer com que as pessoas se apaixonem pela marca e pela proposta que deve ser bem estruturada, clara e respeitosa. Depois vem o processo de onboarding que é essencial para que os novos contratados entendam de forma aprofundada a cultura do negócio, enxergando de forma clara o papel que terão. Líderes capacitados para integrar e gerir esses profissionais, feedbacks e acompanhamento constante do nível de satisfação e produtividade também são tópicos fundamentais para aproximar colaboradores das empresas e garantir experiências únicas”, explica.

No cenário atual, há negócios que não estão dando a devida atenção para estes processos diários, fazendo com que funcionários se despertem e não caminhem para um objetivo em comum: o crescimento da companhia. Por isso, o employee experience é hoje uma chave para manter alto o nível de satisfação daqueles que permitem a evolução das marcas.

“Você só vai virar fã e falar bem de um restaurante para os outros se for bem recepcionado e tratado ao longo de toda jornada, inclusive, na hora de ir embora. Assim, a forma que chegou a comida e o sabor se complementam a estes detalhes. Com as corporações funcionam da mesma forma. O RH e demais áreas precisam estar sempre unidos para entenderem e otimizarem o fluxo e organização das áreas, o papel de cada um, as chances de desenvolvimento de cada profissional, entre outros. As trocas entre times e principalmente entre líderes e liderados é essencial para absorver problemas e desafios e criar soluções que realmente façam sentido, transformando a rotina de todos”, afirma Salese.

Benefícios e atividades

A jornada positiva do colaborador também envolve, atualmente, o oferecimento de brindes da marca, benefícios como vales presentes em datas comemorativas como o Natal e a criação de atividades diferenciadas como, por exemplo, grupos para fazer yoga no parque aos finais de semana. “Benefícios e ações como essas fazem com que o colaborador se sinta importante. São experiências positivas que geram, inclusive, o sentimento de pertencimento, de lar. É mais do que agradar o funcionário, é trazer este para perto”, diz a Diretora de Gente & Gestão da Propay.

Trabalho constante

A longo prazo, os resultados do investimento na experiência do colaborador são times mais engajados e felizes, o que também impacta na imagem da companhia que é difundida. Todas as áreas ganham em nível de produtividade e união, aumentando inclusive o lucro dos negócios.

“A área de RH sempre terá um papel de conselheira para que colaboradores dos mais diversos setores não sejam subutilizados e se mantenham motivados. Por essa razão, precisa estar a par do que acontece em todas as áreas, auxiliando na capacitação de líderes, ajudando na criação de dinâmicas diferentes, contribuindo para que desligamentos sejam feitos da maneira correta e que todos tenham sempre uma lembrança positiva das experiências oferecidas pela marca, estando ou não atuando mais na corporação”, finaliza Salese.

 

Créditos: Shutterstock

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