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EDC GROUP CRIA HOLDING E CRESCE 60% EM 2021

Por EDC Group | Publicado em 26/11/2021
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Com 11 anos de atuação, consultoria de RH quer quadruplicar suas vendas até 2024

Durante a crise econômica, que já dura quase dois anos por consequência da pandemia do coronavírus, algumas empresas deram verdadeiras lições de empreendedorismo, mostrando que sim, é possível crescer e expandir de forma orgânica mesmo em meio a um cenário de incertezas. É o caso da EDC Group, que atua há 11 anos no mercado e oferece serviços de outsourcing especializado, mão de obra temporária, hunting, BPO e projetos especiais, visando fornecer o profissional adequado à necessidade das empresas, proporcionando a cada colaborador a oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

Com um crescimento de 60% em 2021, Daniel Campos Neto, CEO da EDC Group, percebeu que era hora de organizar as empresas dentro do grupo para atender os clientes de forma mais personalizada e ampliar a gama de serviços ofertados. A partir desse momento, a EDC Group se transforma em uma holding e passa a contar com três empresas especialistas:

EDC Serviços: Empresa de terceirização, mão de obra temporária e Hunting. Focada em receber as demandas do mercado por mão de obra qualificada, a EDC Serviços atende os clientes de forma completa, onde o trabalho está centrado em entender o perfil de profissional que o cliente precisa e buscar no mercado a melhor opção. Uma vez selecionado o melhor perfil verifica com o cliente se será uma contratação direta, serviço de Head hunting, ou através da EDC Serviços como temporário ou terceiro;

EDC Engenharia: Empresa de outsourcing especializado e BPO com grande experiência em mercados como automotivo, agribusiness, industrial, engenharia, facilities e correlatos. Com mais de 11 anos de expertise na formação e gestão de times especializados, a EDC Engenharia reúne em seu quadro profissionais como: engenheiros, técnicos e especialistas que estão prontos para auxiliar os clientes no planejamento e execução de projetos, podendo atuar com as equipes alocadas no cliente ou em seus escritórios;

EDC Uni: Empresa especialista em pessoas, desenvolvimento e aprimoramento em estratégias de RH. A EDC Uni conta com hunting C-level, treinamentos, palestras, mentorias, coaching e testes comportamentais. Além disso, empresa ajuda os clientes a desenharem as estratégias de RH para elevar a performance da empresa, seja na captação e retenção dos melhores talentos, no desenvolvimento das lideranças da empresa e selecionando os executivos do alto escalão. Tudo isso entendendo a cultura e valores do cliente.

A missão da EDC Group sempre foi atender de forma única e completa os seus clientes, resolvendo todos os problemas que envolvem o RH. “Temos em nosso DNA o objetivo de ser uma empresa referência, queremos que os nossos colaboradores tenham orgulho de trabalhar na EDC Group em qualquer uma de suas vertentes”, ressalta Daniel Campos Neto.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a EDC Group acumulou não só crescimento exponencial, mas também ganhou robustez. O departamento de RH passou a ser ainda mais visto como essencial dentro das empresas, pois as organizações precisaram colocar todos os seus funcionários em home office, oferecer benefícios e ainda cuidar da saúde mental daqueles que estavam trabalhando. Com esse novo cenário, a EDC Group foi parceira de seus clientes fornecendo suporte a todas essas novas demandas, e mais que isso, aplicou as mudanças e estratégias internamente.

“Foi um momento em que arriscamos e investimos na contratação de funcionários. Naquele momento, não demitimos ninguém do staff da empresa e ainda conseguimos digitalizar todo o sistema de RH. Quando a economia estava apresentando sinais de melhora, já estávamos prontos para a retomada”, conta Daniel.

De olho no futuro

Até o final deste ano, a EDC Group projeta crescer 60% em faturamento e daqui quatro anos espera ser quatro vezes maior. Sempre atenta ao movimento do mercado e de olho nas mudanças, a empresa já detectou que a longo prazo a terceirização de colaboradores e mão de obra será uma tendência, porém ela precisa ser vista de forma estratégica e gerar valor para as organizações.

“Atualmente nós utilizamos diversos serviços por assinatura, como os streamings, veículos e hospedagem por aplicativo, é o conceito de pagar pelo o que utiliza. Com a mão de obra terceirizada, seguimos o mesmo caminho, porém essa mudança precisa ser realizada de maneira humanizada, e aqui dentro da EDC nós já começamos a observar esse movimento. Vivemos no mundo de HRAS (Human Resource as a Service).”, finaliza o CEO da empresa.


SOBRE A EDC GROUP

EDC Group é uma multinacional brasileira com atuação em toda a América Latina e EUA, na área de consultoria e outsourcing de serviços. Com mais de 11 anos de atuação no mercado, a empresa oferece serviços de outsourcing especializado, mão de obra temporária, hunting, BPO e projetos especiais, para as áreas de Engenharia, Manufatura, Logística, Agroindustrial, Telecomunicações, Serviços e Saúde, visando fornecer o profissional adequado a necessidade da empresa, proporcionando a cada colaborador a oportunidade de crescimento e desenvolvimento. Com sede em São Paulo (SP) e filiais em Indaiatuba (SP) e Troy Michigan (EUA), a EDC conta com mais de 300 colaboradores para atender clientes como Siemens, Mercedes-Benz, John Deere, AGCO, ZF, entre outros. Saiba mais:  https://www.edcgroup.com.br

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Setembro Amarelo & Riscos Psicossociais: o RH Além do "Discurso Natimorto"

Todo mês de setembro chega com a clássica imagem de laços amarelos, mensagens acolhedoras dentre outros elementos mas tais práticas acabam se tornando automáticas com o tempo. Uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria (Carro & Nunes, 2021), demonstram que indivíduos acometidos por altos níveis de exaustão emocional e despersonalização — características centrais da Síndrome de Burnout — apresentam taxas significativamente mais elevadas de ideação suicida e pensamentos de autoextermínio quando comparados a grupos não afetados pelo transtorno. O cenário reforça que campanhas temporárias não bastam; a prevenção efetiva exige transformar a cultura organizacional e reestruturar as condições de trabalho ao longo de todo o ano.


Neste artigo será abordado sobre a atualização da NR-01, que entrou em fase de fiscalização no mês de maio de 2026. E a forma da qual o RH pode tratar a saúde mental não como um evento de calendário e sim como um processo.


O que mudou com a NR-01
 

A atualização da Norma Regulamentadora nº 01, formalizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, incluiu os riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Na prática, isso significa que fatores como sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis, assédio moral e conflitos interpessoais passaram a ter o mesmo status regulatório dos riscos físicos, químicos e biológicos já conhecidos pelas equipes de Segurança do Trabalho. Depois de um período educativo, a fiscalização com aplicação de multas começou em 26 de maio de 2026, sem previsão de nova prorrogação.
 

Palestra não é gestão de risco
 

Um dos pontos mais repetidos por especialistas trabalhistas é que a conformidade com a nova NR-01 não se resume à realização de palestras ou campanhas de sensibilização. Elas continuam sendo bem-vindas, mas não substituem o que a lei exige: identificação, avaliação e mapeamento formal dos riscos psicossociais dentro do inventário do PGR, com plano de ação documentado, responsáveis definidos e prazos claros. Para o auditor-fiscal, o que importa não é o quanto a empresa falou sobre o tema, e sim o que ela consegue comprovar que fez a respeito. A ação demonstra mais do que palavras.
 

Métricas que realmente importam
 

Transformar saúde mental em gestão exige indicadores concretos, não apenas boas intenções. Entre as métricas mais usadas para monitorar riscos psicossociais e prevenir o burnout, destacam-se:

  •  Taxa de absenteísmo e afastamentos por CID relacionado à saúde mental, que sinaliza tendências antes que se tornem crise.
  •  Turnover por área ou liderança, útil para identificar ambientes de trabalho tóxicos ou sobrecarregados.
  •  Resultados de pesquisas de clima e engajamento, aplicadas com regularidade e não apenas uma vez ao ano.
  •  Questionários validados de avaliação de risco psicossocial, como o COPSOQ-BR, que ajudam a mapear cargas de trabalho, autonomia e suporte percebido.
  •  Uso de canais de escuta e denúncia, que indicam se os colaboradores confiam nos mecanismos internos disponíveis.

Esses dados, quando analisados em conjunto, permitem enxergar padrões e agir antes que o problema vire algo irreversível como afastamento, processo trabalhista ou desligamento.
 

Do mapeamento ao plano de ação
 

Identificar o risco é só o primeiro passo. A norma exige que cada risco mapeado tenha uma resposta prática: ajuste de carga de trabalho, revisão de metas, capacitação de lideranças para identificar sinais de sobrecarga, ou a criação de canais de apoio psicológico. Esse ciclo precisa ser contínuo, como um processo, sempre mantendo a revisão periódica do PGR e atualização do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), e não um documento produzido uma vez e arquivado.

A atualização da NR-01 representa uma mudança de mentalidade: a saúde mental deixou de ser pauta de bem-estar e passou a ser, também, uma questão de conformidade legal e de gestão de risco. Um passo importante para construir ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. Mais do que cumprir uma exigência regulatória, trata-se de reconhecer que cuidar das pessoas exige método, dados e continuidade.
 

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Agosto Lilás: por que a segurança da mulher também é pauta de trabalho

Todos os anos, o mês de agosto ganha uma cor especial: o lilás. A campanha Agosto Lilás nasceu para lembrar a sociedade sobre a importância do combate à violência contra a mulher e reforçar o conhecimento sobre a Lei Maria da Penha. Mas o que muita gente ainda não percebe é que esse tema vai muito além das redes sociais e das ações pontuais em agosto: ele impacta diretamente a produtividade, o bem-estar e a saúde mental das mulheres no ambiente profissional.

Por isso, empresas comprometidas com pessoas entendem que falar sobre segurança da mulher é, também, falar sobre um ambiente de trabalho mais saudável e humano.

Uma pauta que também é institucional

A cada edição, o movimento ganha reforço de instituições públicas. O Senado Federal, por exemplo, dedica o mês de agosto à campanha, com foco na conscientização e no combate à violência de gênero, promovendo debates sobre projetos relacionados aos direitos das mulheres. Isso mostra que o tema está presente em discussões legislativas, em políticas públicas e, cada vez mais, dentro dos espaços profissionais onde as pessoas passam boa parte de suas vidas.

Por que isso é assunto de trabalho

A violência contra a mulher não fica "do lado de fora" do escritório. Ela atravessa a porta junto com a colaboradora, mesmo quando ninguém percebe. Sinais de que uma mulher pode estar sofrendo violência incluem isolamento social, marcas físicas, medo excessivo do parceiro e justificativas constantes para faltas no trabalho, todos eles diretamente ligados à rotina profissional. Uma colaboradora que vive uma situação de violência tende a apresentar queda de produtividade, dificuldade de concentração, ausências recorrentes e maior desgaste emocional.

O papel das empresas nesse enfrentamento

Cabe às organizações criar ambientes de confiança, onde as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda, buscar apoio e ser acolhidas sem julgamento. Isso pode incluir desde ações de conscientização e campanhas internas até políticas de escuta, apoio psicológico e orientação sobre direitos e canais de denúncia. Oferecer apoio e incentivar a busca de ajuda é um papel que a sociedade e, por extensão, as empresas podem e devem exercer como parte de sua responsabilidade com as pessoas.

Canais de apoio: para onde encaminhar quem precisa de ajuda

Saber a quem recorrer pode ser decisivo:

  • Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher do governo federal, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de forma gratuita, oferecendo orientação sobre direitos, informações sobre a rede de atendimento e o registro de denúncias, que são encaminhadas aos órgãos competentes.
  • O contato também pode ser feito por chat no WhatsApp, no número (61) 9610-0180, ou por e-mail.

Cuidar das pessoas vai além do ambiente físico de trabalho: significa também estar atento ao que cada colaboradora vive fora do escritório. Por isso, consideramos o Agosto Lilás e todas as ações voltadas à segurança e ao bem-estar da mulher  extremamente importantes e necessárias durante todo o ano. 
 

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