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Trabalho, produtividade e saúde das mulheres

Será que as empresas estão atentas às perdas causadas por essa situação?

Por EDC Group | Publicado em 19/06/2024
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Confira o artigo da Danielle Ruiz que saiu na  Isso É Notícia e na Foco Cidade:

 

O ambiente de trabalho pode causar diversos impactos na produtividade e saúde de todas as pessoas, principalmente das mulheres que são afetadas por muitas questões dentro e fora das empresas. Mas será que as empresas estão atentas às perdas causadas por essa situação?

O mês de maio nos convida à reflexão voltada aos trabalhadores, principalmente das mulheres, já que segundo dados do IBGE, 43% da força de trabalho hoje é representada por elas. Desse total, 87% disseram se sentir sobrecarregadas e uma das causas é, justamente, a “maternidade”.

Portanto, investir em iniciativas que ofereçam apoio às mulheres no local de trabalho cria um ambiente mais favorável e acolhedor, uma vez que tanto empregados quanto empregadores obtêm benefícios reais. Além disso, empresas que desenvolvem programas e políticas de incentivo que permitam às mães conciliar vida profissional e pessoal, com espaço de amamentação, home office, jornada flexível e auxílio-creche, vêm se destacando sob todos os aspectos em “melhores empresas para se trabalhar”.
Nesse contexto, a ênfase do meu trabalho é mostrar aos colaboradores a importância de priorizar uma rotina de autocuidado, que inclua a prática regular de exercícios físicos, sono de qualidade, descanso, atividades de lazer e hobbies. Neste mês, aproveito para me direcionar às mulheres: como você, que é mãe, está planejando o seu dia, ou você tem funcionado apenas a partir de “urgências”?

Sabemos que alcançar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal é um desafio, principalmente se não houver uma rede de apoio estruturada para garantir a divisão de tarefas, seja com o parceiro e pai dos filhos, familiares, amigos, vizinhos e ainda ajuda profissional para auxiliar com os cuidados com a casa, os filhos e consigo mesma!
Em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu o burnout como uma doença do trabalho, que afeta homens e mulheres, mas não igualmente. Uma pesquisa da consultoria EDC, que ouviu 365 profissionais, apontou que 24,64% das mulheres se sentem angustiadas e ansiosas com o volume de trabalho. Entre os homens, esse número chegou apenas a 15,96%. Na mesma pesquisa, o grupo de mulheres entre 35 e 44 anos foi o que mais identificou sintomas do burnout, com 29,27% das respondentes.
Você já deve ter ouvido falar do mito que diz que as mulheres podem manter a atenção em diversas tarefas ao mesmo tempo? Na verdade, a sobrecarga de atividades leva muitas mulheres a trocarem o foco de atenção rapidamente, passando a impressão de que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Mas a verdade é que não conseguem.
O comportamento multitarefa deve ser eliminado porque, ao contrário, é muito prejudicial à produtividade da mulher em todas as áreas da vida dela. Em longo prazo, ainda pode levar à exaustão profunda e ao adoecimento, seja por burnout, síndrome de ansiedade ou depressão. Neste mês das mães, o convite é esse: repensar antigos padrões, investir em desenvolvimento humano, porque só assim todos sairão ganhando, mães, famílias, empresas e sociedade!

Danielle Ruiz é palestrante e coaching de alta performance, Master programação neurolinguística, Gestão de Equipes, A ciência do bem-estar pela Universidade de Yale.
 

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Softwares completos e unificados: por que sua empresa não pode mais depender de sistemas isolados

Quantas ferramentas diferentes sua equipe usa para gerir o dia a dia? Planilhas, sistemas de ponto, plataformas de benefícios, softwares de folha... A fragmentação de dados é um dos maiores obstáculos à produtividade das empresas modernas. Softwares completos e unificados surgem para eliminar esse caos digital, integrando todas as operações em um único ambiente inteligente e confiável.

  • O problema dos sistemas isolados: Informações dispersas geram retrabalho, inconsistências e dificultam análises estratégicas. Cada sistema adicional representa um novo ponto de falha e custo de manutenção.
  • Vantagens da unificação: Uma plataforma centralizada reúne dados de RH, financeiro, benefícios e gestão de pessoas em tempo real, permitindo visibilidade total e decisões mais ágeis.
  • Integração e automação: Sistemas integrados eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem erros humanos e liberam os times para atividades de maior valor estratégico.
  • Escalabilidade e conformidade: Soluções unificadas acompanham o crescimento da empresa e facilitam a conformidade com obrigações legais como eSocial e LGPD.

Adotar um software completo e unificado é uma decisão estratégica que vai muito além da tecnologia é uma escolha por mais eficiência, menos desperdício e maior controle. Em um cenário onde dados são ativos valiosos, centralizar informações é o primeiro passo para transformar a operação e impulsionar o crescimento do negócio.
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Gestão comportamental: como transformar comportamentos em resultados estratégicos

Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas perceberam que habilidades técnicas sozinhas não garantem alta performance. É justamente o comportamento das pessoas  a forma como se comunicam, colaboram e reagem a desafios que determina, em grande parte, os resultados organizacionais. A gestão comportamental surge como resposta a essa necessidade, oferecendo ferramentas práticas para identificar perfis, alinhar expectativas e desenvolver equipes com mais inteligência e precisão.

  • O que é gestão comportamental: Aplicação de metodologias psicológicas e analíticas para compreender padrões de comportamento e utilizá-los como base para decisões de RH do recrutamento à avaliação de desempenho.
  • Ferramentas e metodologias: DISC, MBTI e People Analytics permitem mapear estilos comportamentais, pontos fortes e áreas de desenvolvimento de cada profissional.
  • Impacto na liderança: Gestores que conhecem o perfil comportamental da equipe conseguem delegar melhor, reduzir conflitos e aumentar o engajamento.
  • Retenção e clima organizacional: Empresas que investem nessa abordagem registram menor turnover, criando ambientes mais alinhados às necessidades individuais.

A gestão comportamental não é uma tendência passageira, é uma mudança de mentalidade. Ao colocar o comportamento humano no centro das decisões estratégicas, as organizações ganham eficiência, coesão e resultados sustentáveis. Investir nessa abordagem é, antes de tudo, investir nas pessoas que fazem a empresa crescer.
 

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