ESG & Responsabilidade

Semana do Meio Ambiente: Cuidar do Planeta é Parte do Nosso Negócio

Como a EDC Group transforma compromisso ambiental em ação real, ano após ano

Por EDC Group | Publicado em 05/06/2026
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A Semana do Meio Ambiente, celebrada anualmente entre os dias 1º e 5 de junho, é muito mais do que uma data comemorativa. É um convite para que empresas, colaboradores e sociedade reflitam sobre o impacto de cada escolha no planeta.

Neste artigo, apresentamos o que já foi feito, o que ainda está em curso e por que o meio ambiente é, para nós, um valor tão central quanto a excelência no serviço.

Ações de Sustentabilidade

Para o reforço dessa mensagem da qual relata a importância da preservação do meio ambiente,a EDC ao longo da jornada foi adotando novos hábitos e práticas, a seguir observe a ordem cronológica das mudanças e ações vivenciadas:

2018

Dois marcos importantes marcaram a virada da EDC Group rumo a uma operação mais consciente. O primeiro foi a adoção do contrato digital, abolindo de vez a impressão, os envelopes e os envios físicos por correio. O segundo foi igualmente simbólico: os copos plásticos descartáveis foram retirados do escritório e substituídos por copos e xícaras de vidro para clientes e squeezes reutilizáveis para os colaboradores. Pequenas mudanças, mas com um recado claro: o plástico desnecessário não tinha mais lugar na EDC.

2019

No ano seguinte, essa mentalidade chegou ao processo de integração de novos colaboradores. A partir dali, cada pessoa que entrava na organização recebia um kit de boas-vindas composto por itens biodegradáveis e sustentáveis. A ideia era simples e poderosa: apresentar os valores da empresa não mesmo sem palavras, os próprios objetos que chegavam às mãos de quem começava essa jornada transmitiam a mensagem que a EDC passa.

2022

Naquele ano, o escritório passou por uma transformação estrutural relevante: lixeiras ecológicas foram instaladas para a separação de resíduos recicláveis, toda a iluminação foi substituída por lâmpadas LED e as torneiras ganharam temporizadores. Nesse mesmo ano, até a caneta do dia a dia foi repensada, o plástico convencional deu lugar a um modelo biodegradável, presente tanto no escritório quanto no Kit Integração.

2023 

Trouxe mais dois novos avanços. O primeiro foi a expansão da assinatura eletrônica para os contratos com clientes, completando o ciclo de digitalização iniciado anos antes e eliminando definitivamente o uso de papel nesse processo estruturado. O segundo foi a inclusão da ecobag no kit de integração, incentivando os colaboradores a trocarem as sacolas plásticas por uma alternativa reutilizável no cotidiano.

2024

As ações se multiplicaram em três frentes. Ao migrar para um espaço de coworking, a EDC fez questão de escolher um ambiente alinhado com suas diretrizes: vidro no lugar de plástico, coleta seletiva ativa e separação de recicláveis. Nos eventos corporativos, copos, pratinhos e talheres descartáveis foram definitivamente aposentados em favor de alternativas biodegradáveis de papel e madeira. E nos kits de integração de projetos especiais, entrou em cena o copo reutilizável dobrável, compacto, prático e pensado para reduzir o uso de descartáveis onde quer que o colaborador esteja.

As certificações ISO 14001 que a EDC Group carrega não são apenas diplomas na parede. Elas representam um sistema de gestão que integra qualidade e responsabilidade ambiental a cada processo da empresa. Juntamente com o objetivo de reforçar o comprometimento que a  organização tem com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 12 da ONU,  Consumo e Produção Responsáveis, adotando práticas sustentáveis em seu ciclo de operações e incorporando informações de sustentabilidade em seus relatórios de gestão.

2025 

Com o objetivo de estimular o plantio e o zelo cotidiano com o ecossistema, promovemos uma campanha ambiental voltada aos nossos profissionais internos. Como parte dessa iniciativa, cada colaborador foi presenteado com um kit exclusivo contendo um vaso, terra preparada e sementes. Essa ação gerou um engajamento genuíno, resultando em inúmeros registros fotográficos da plantação, demonstrando que todos estão unidos em prol da preservação da natureza.

Quando Responsabilidade Ambiental Vira Cultura 

A EDC Group vem provando que uma empresa de pessoas pode e deve ser também uma empresa do planeta. Cada squeeze distribuído, cada contrato digitalizado, cada semente plantada por desafios de campanhas internas representa uma escolha consciente: a escolha de construir negócios que não exploram o futuro, mas o protegem.

Nesta Semana do Meio Ambiente, reafirmamos nosso compromisso com o programa EDC Green e com as certificações ISO 14001 que sustentam nossa gestão ambiental. Mais do que celebrar o que foi feito, usamos esta data para renovar o pacto com o planeta e convidar clientes, parceiros e colaboradores a fazerem o mesmo. Porque acreditamos que transformar pessoas e conectar negócios só faz sentido se estivermos construindo um mundo onde isso ainda seja possível.

 

 

 

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Setembro Amarelo & Riscos Psicossociais: o RH Além do "Discurso Natimorto"

Todo mês de setembro chega com a clássica imagem de laços amarelos, mensagens acolhedoras dentre outros elementos mas tais práticas acabam se tornando automáticas com o tempo. Uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria (Carro & Nunes, 2021), demonstram que indivíduos acometidos por altos níveis de exaustão emocional e despersonalização — características centrais da Síndrome de Burnout — apresentam taxas significativamente mais elevadas de ideação suicida e pensamentos de autoextermínio quando comparados a grupos não afetados pelo transtorno. O cenário reforça que campanhas temporárias não bastam; a prevenção efetiva exige transformar a cultura organizacional e reestruturar as condições de trabalho ao longo de todo o ano.


Neste artigo será abordado sobre a atualização da NR-01, que entrou em fase de fiscalização no mês de maio de 2026. E a forma da qual o RH pode tratar a saúde mental não como um evento de calendário e sim como um processo.


O que mudou com a NR-01
 

A atualização da Norma Regulamentadora nº 01, formalizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, incluiu os riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Na prática, isso significa que fatores como sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis, assédio moral e conflitos interpessoais passaram a ter o mesmo status regulatório dos riscos físicos, químicos e biológicos já conhecidos pelas equipes de Segurança do Trabalho. Depois de um período educativo, a fiscalização com aplicação de multas começou em 26 de maio de 2026, sem previsão de nova prorrogação.
 

Palestra não é gestão de risco
 

Um dos pontos mais repetidos por especialistas trabalhistas é que a conformidade com a nova NR-01 não se resume à realização de palestras ou campanhas de sensibilização. Elas continuam sendo bem-vindas, mas não substituem o que a lei exige: identificação, avaliação e mapeamento formal dos riscos psicossociais dentro do inventário do PGR, com plano de ação documentado, responsáveis definidos e prazos claros. Para o auditor-fiscal, o que importa não é o quanto a empresa falou sobre o tema, e sim o que ela consegue comprovar que fez a respeito. A ação demonstra mais do que palavras.
 

Métricas que realmente importam
 

Transformar saúde mental em gestão exige indicadores concretos, não apenas boas intenções. Entre as métricas mais usadas para monitorar riscos psicossociais e prevenir o burnout, destacam-se:

  •  Taxa de absenteísmo e afastamentos por CID relacionado à saúde mental, que sinaliza tendências antes que se tornem crise.
  •  Turnover por área ou liderança, útil para identificar ambientes de trabalho tóxicos ou sobrecarregados.
  •  Resultados de pesquisas de clima e engajamento, aplicadas com regularidade e não apenas uma vez ao ano.
  •  Questionários validados de avaliação de risco psicossocial, como o COPSOQ-BR, que ajudam a mapear cargas de trabalho, autonomia e suporte percebido.
  •  Uso de canais de escuta e denúncia, que indicam se os colaboradores confiam nos mecanismos internos disponíveis.

Esses dados, quando analisados em conjunto, permitem enxergar padrões e agir antes que o problema vire algo irreversível como afastamento, processo trabalhista ou desligamento.
 

Do mapeamento ao plano de ação
 

Identificar o risco é só o primeiro passo. A norma exige que cada risco mapeado tenha uma resposta prática: ajuste de carga de trabalho, revisão de metas, capacitação de lideranças para identificar sinais de sobrecarga, ou a criação de canais de apoio psicológico. Esse ciclo precisa ser contínuo, como um processo, sempre mantendo a revisão periódica do PGR e atualização do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), e não um documento produzido uma vez e arquivado.

A atualização da NR-01 representa uma mudança de mentalidade: a saúde mental deixou de ser pauta de bem-estar e passou a ser, também, uma questão de conformidade legal e de gestão de risco. Um passo importante para construir ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. Mais do que cumprir uma exigência regulatória, trata-se de reconhecer que cuidar das pessoas exige método, dados e continuidade.
 

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Agosto Lilás: por que a segurança da mulher também é pauta de trabalho

Todos os anos, o mês de agosto ganha uma cor especial: o lilás. A campanha Agosto Lilás nasceu para lembrar a sociedade sobre a importância do combate à violência contra a mulher e reforçar o conhecimento sobre a Lei Maria da Penha. Mas o que muita gente ainda não percebe é que esse tema vai muito além das redes sociais e das ações pontuais em agosto: ele impacta diretamente a produtividade, o bem-estar e a saúde mental das mulheres no ambiente profissional.

Por isso, empresas comprometidas com pessoas entendem que falar sobre segurança da mulher é, também, falar sobre um ambiente de trabalho mais saudável e humano.

Uma pauta que também é institucional

A cada edição, o movimento ganha reforço de instituições públicas. O Senado Federal, por exemplo, dedica o mês de agosto à campanha, com foco na conscientização e no combate à violência de gênero, promovendo debates sobre projetos relacionados aos direitos das mulheres. Isso mostra que o tema está presente em discussões legislativas, em políticas públicas e, cada vez mais, dentro dos espaços profissionais onde as pessoas passam boa parte de suas vidas.

Por que isso é assunto de trabalho

A violência contra a mulher não fica "do lado de fora" do escritório. Ela atravessa a porta junto com a colaboradora, mesmo quando ninguém percebe. Sinais de que uma mulher pode estar sofrendo violência incluem isolamento social, marcas físicas, medo excessivo do parceiro e justificativas constantes para faltas no trabalho, todos eles diretamente ligados à rotina profissional. Uma colaboradora que vive uma situação de violência tende a apresentar queda de produtividade, dificuldade de concentração, ausências recorrentes e maior desgaste emocional.

O papel das empresas nesse enfrentamento

Cabe às organizações criar ambientes de confiança, onde as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda, buscar apoio e ser acolhidas sem julgamento. Isso pode incluir desde ações de conscientização e campanhas internas até políticas de escuta, apoio psicológico e orientação sobre direitos e canais de denúncia. Oferecer apoio e incentivar a busca de ajuda é um papel que a sociedade e, por extensão, as empresas podem e devem exercer como parte de sua responsabilidade com as pessoas.

Canais de apoio: para onde encaminhar quem precisa de ajuda

Saber a quem recorrer pode ser decisivo:

  • Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher do governo federal, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de forma gratuita, oferecendo orientação sobre direitos, informações sobre a rede de atendimento e o registro de denúncias, que são encaminhadas aos órgãos competentes.
  • O contato também pode ser feito por chat no WhatsApp, no número (61) 9610-0180, ou por e-mail.

Cuidar das pessoas vai além do ambiente físico de trabalho: significa também estar atento ao que cada colaboradora vive fora do escritório. Por isso, consideramos o Agosto Lilás e todas as ações voltadas à segurança e ao bem-estar da mulher  extremamente importantes e necessárias durante todo o ano. 
 

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