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Hunting: a arte de encontrar talentos que não estão procurando emprego

O bom profissional nem sempre está com o currículo atualizado, mas o hunting sabe onde e como encontrá-lo

Por EDC Group | Publicado em 09/10/2025
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Se você já tentou contratar alguém altamente qualificado, sabe o quanto é difícil encontrar aquele profissional ideal. O curioso é que, muitas vezes, os melhores talentos não estão ativamente buscando emprego. Eles estão empregados, entregando resultados e, justamente por isso, fora do radar das vagas abertas.

É aí que entra o hunting, ou caça-talentos: uma estratégia precisa e consultiva que vai além dos bancos de currículos, alcançando profissionais estratégicos que só mudam de posição quando a proposta realmente faz sentido.

O hunting é diferente do recrutamento tradicional. Enquanto o processo convencional depende de candidatos que se inscrevem nas vagas, o hunter atua de forma ativa, mapeando o mercado e identificando profissionais que atendem exatamente ao perfil desejado — mesmo que eles não estejam procurando novas oportunidades.

Esse processo exige pesquisa profunda, networking e abordagem personalizada. O hunter analisa empresas do mesmo segmento, identifica profissionais com histórico de resultados relevantes e faz uma aproximação cuidadosa, apresentando o desafio como uma oportunidade de crescimento, e não apenas uma troca de emprego.

De acordo com dados da LinkedIn Talent Solutions, cerca de 70% da força de trabalho global é formada por profissionais passivos, ou seja, pessoas que não estão em busca de uma vaga, mas que poderiam considerar uma mudança diante da proposta certa. É nesse universo que o hunting atua com precisão.

Outro diferencial é a confidencialidade. Em muitos casos, as empresas preferem não divulgar a vaga, especialmente em posições estratégicas ou de liderança. O hunting garante sigilo tanto para o cliente quanto para o candidato, preservando reputações e permitindo que a negociação ocorra de forma profissional e reservada.

Além disso, o processo é altamente personalizado e consultivo. Um bom hunter entende a cultura da empresa, os objetivos da vaga e as competências necessárias (técnicas e comportamentais) para garantir o “match” ideal. Não se trata apenas de preencher um cargo, mas de encontrar alguém que realmente vá gerar impacto no negócio.

Empresas que adotam o hunting para posições estratégicas relatam até 40% mais assertividade nas contratações, segundo levantamento da SHRM (Society for Human Resource Management). Afinal, quando o processo é feito com inteligência e sensibilidade, o resultado é uma contratação que gera valor real.

O hunting é, acima de tudo, uma estratégia de precisão e relacionamento. Ele não substitui o recrutamento tradicional, mas o complementa, especialmente quando o desafio é encontrar alguém raro no mercado. 

Os melhores talentos não estão procurando você, mas com a abordagem certa, é possível encontrá-los, conquistá-los e trazê-los para o time certo, no momento certo. 

No fim das contas, é disso que se trata o hunting: conectar oportunidades a pessoas que ainda nem sabem que estão prontas para o próximo passo.
 

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Adeus, Cargos. Olá, Habilidades! O que é a Skills-Based Organization?

Você já sentiu que a descrição de um cargo não define tudo o que você ou sua equipe entregam? No cenário dinâmico de 2026, o conceito de "cargo" está se tornando rígido demais para a velocidade das mudanças tecnológicas. É aqui que entra a Skills-Based Organization (SBO), ou Organização Baseada em Habilidades. Em vez de encaixar pessoas em caixas pré-definidas (como "Analista de Projetos X"), as empresas estão mapeando as habilidades individuais e as alocando onde elas geram mais valor.

Por que esse tema é o "queridinho" do momento? A Inteligência Artificial e a automação estão mudando as tarefas tão rápido que um título de cargo pode ficar obsoleto em meses. Ao focar em habilidades (como resolução de problemas complexos, fluência em dados ou liderança conectora), a empresa ganha uma agilidade sem precedentes. Segundo estudos recentes, empresas que adotam esse modelo têm 63% mais chances de atingir seus resultados de negócio e retêm talentos por muito mais tempo, pois oferecem jornadas de desenvolvimento personalizadas.

O futuro é ágil e humano A transição para uma organização baseada em habilidades não é apenas uma mudança de processo, é uma mudança de cultura. É reconhecer que o potencial humano é fluido e que, quando conectamos a habilidade certa ao projeto certo, o resultado é extraordinário. Sua empresa está pronta para abandonar os crachás e começar a valorizar o talento real?
 

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EDC Insights — Onde a Tecnologia encontra a Humanidade

No dia 29 de janeiro, demos o pontapé inicial no EDC Insights, o nosso ponto de encontro para discussões estratégicas. O objetivo deste projeto é simples, mas ambicioso: antecipar as dores do mercado e construir soluções que unam eficiência tecnológica e valor humano. Em nossa estreia, com o tema "Os Desafios da Inclusão na Era dos Agentes de IA", contando com a expertise de Maria Cecília Peixoto (mentora de carreira e fundadora da REMAR Mentoria) e do nosso CEO, Daniel Machado Campos Neto.

A IA como "Estagiária": O Risco do Viés Inconsciente Um dos pontos centrais do debate foi a desmistificação da Inteligência Artificial. Diferente do que muitos pensam, a IA não é neutra; ela aprende com bases de dados históricas que muitas vezes já carregam preconceitos. Daniel e Maria Cecília enfatizaram que a IA deve ser tratada como um "novo funcionário" que precisa de supervisão constante. Sem uma curadoria humana atenta, algoritmos de recrutamento podem excluir automaticamente talentos por critérios invisíveis, como idade (profissionais 50+) ou localização geográfica (regiões periféricas), perpetuando a exclusão digital.

Estratégias Práticas para um RH mais Inclusivo Para os líderes que buscam modernizar seus processos sem perder a essência inclusiva, o EDC Insights trouxe caminhos claros:

  1. Intencionalidade "Top Down": A diversidade não acontece por acaso; ela precisa ser uma meta estratégica da alta direção.
  2. Múltiplos Canais de Acesso: Daniel destacou que depender exclusivamente de entrevistas por vídeo com análise de IA pode segregar quem não tem acesso à tecnologia de ponta. Oferecer alternativas, como a submissão de currículos tradicionais, garante equidade.
  3. Educação do Agente de IA: Assim como treinamos pessoas, precisamos "letrar" nossos algoritmos para identificar e neutralizar vieses.

O "Teste do Pescoço" Encerramos o encontro com uma provocação poderosa: olhe ao seu redor agora mesmo. As pessoas que constroem a sua empresa refletem a diversidade do mundo lá fora? Se a resposta for não, é hora de agir. Na EDC Group, acreditamos que a produtividade que a IA nos devolve deve ser reinvestida no potencial humano.

A inclusão não é apenas uma pauta social, é o motor da inovação. Fique atento às nossas redes para os próximos encontros do EDC Insights e venha transformar o futuro com a gente! 
 

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