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O novo perfil dos talentos da indústria automotiva pós-pandemia

Por EDC Group | Publicado em 17/08/2020
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A pandemia de Covid-19 agravou e tornou mais urgente a discussão do papel da indústria automotiva brasileira, que já vinha sofrendo com as rigorosas exigências de emissões desde o ano passado. Diante deste cenário, para retomar seu crescimento no Brasil, o setor terá que mudar a estratégia e o estilo do produto, pois o perfil do consumidor se alterou. Ele não está mais interessado em novos modelos, com diferentes potências e designs externos, mas sim, na mobilidade como conectividade e no meio de transporte sustentável e politicamente correto no que tange a emissões.


Mudança estratégica no setor

As grandes montadoras já iniciaram a movimentação para atender essa nova demanda, reduzindo muito seus investimentos no modelo de motorização e transmissão convencional, que corresponde a praticamente 99% do volume comercializado no Brasil, salvo algumas exceções de importados. Esta é a base para a discussão sobre se o Brasil vai se tornar um importador de veículos híbridos e elétricos, com tecnologia de conectividade embarcada, ou se grandes players vão investir nessa tecnologia local com subsídios do governo para aquisição de veículos pelo consumidor final ou, até mesmo, se o mercado se abrirá a uma terceira via de montadoras disruptivas, iniciando seus processos apenas de montagem no Brasil e na sequência seguindo com um percentual de localização.

 

Evolução tecnológica do produto

A alteração de tecnologias convencionais (ciclo Otto e Diesel), para tecnologias elétricas, eletrônicas e digitais, vem deixando os líderes de P&D e CEOs de muitas indústrias preocupados. O fato de diferentes conceitos de tecnologia, como eletrificação, capacidade autônoma e conectividade, por meio da crescente proliferação de dispositivos IoT, serem aplicados simultaneamente, torna o desafio para a retomada de crescimento do setor automotivo ainda maior.

 

Novo perfil dos talentos

Estas mudanças trazem a necessidade de um novo perfil de talentos para o segmento. Expertise, parceiros em P&D com footprint global e consultores com experiência em todo o ciclo de desenvolvimento e integração serão necessários para alavancar a transição de produto no Brasil, e o engenheiro automotivo experiente terá que passar por um processo disruptivo de pensamento e ciclo de desenvolvimento. Além disso, o período do planejamento até o lançamento do produto deverá ser mais rápido, bem como tecnologias como a OTA (over the air, atualização de pacotes de melhorias ou correções de softwares do veículo) se tornarão cruciais, claro que atendendo às questões de segurança e documentação.

Diante deste cenário, a EDC Group aposta nestas novas exigências do mercado automotivo e, por isso, vem ampliando seus investimentos na área de consultoria e outsourcing de serviços para este segmento, incluindo a abertura da sua filial nos EUA e a preparação de engenheiros para atender o novo perfil da indústria.

A EDC atua no mercado brasileiro há mais de 10 anos, com mais de 150 consultores voltados para o atendimento do setor automotivo e industrial. Além disso, contribuímos com projetos de eletrônica embarcada em grandes multinacionais desta área. Por isso, vamos conseguir ajudá-la a se adequar as mudanças exigidas pelo mercado.
 

Alessandro Domingues Alves
EDC Group

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Softwares completos e unificados: por que sua empresa não pode mais depender de sistemas isolados

Quantas ferramentas diferentes sua equipe usa para gerir o dia a dia? Planilhas, sistemas de ponto, plataformas de benefícios, softwares de folha... A fragmentação de dados é um dos maiores obstáculos à produtividade das empresas modernas. Softwares completos e unificados surgem para eliminar esse caos digital, integrando todas as operações em um único ambiente inteligente e confiável.

  • O problema dos sistemas isolados: Informações dispersas geram retrabalho, inconsistências e dificultam análises estratégicas. Cada sistema adicional representa um novo ponto de falha e custo de manutenção.
  • Vantagens da unificação: Uma plataforma centralizada reúne dados de RH, financeiro, benefícios e gestão de pessoas em tempo real, permitindo visibilidade total e decisões mais ágeis.
  • Integração e automação: Sistemas integrados eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem erros humanos e liberam os times para atividades de maior valor estratégico.
  • Escalabilidade e conformidade: Soluções unificadas acompanham o crescimento da empresa e facilitam a conformidade com obrigações legais como eSocial e LGPD.

Adotar um software completo e unificado é uma decisão estratégica que vai muito além da tecnologia é uma escolha por mais eficiência, menos desperdício e maior controle. Em um cenário onde dados são ativos valiosos, centralizar informações é o primeiro passo para transformar a operação e impulsionar o crescimento do negócio.
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Gestão comportamental: como transformar comportamentos em resultados estratégicos

Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas perceberam que habilidades técnicas sozinhas não garantem alta performance. É justamente o comportamento das pessoas  a forma como se comunicam, colaboram e reagem a desafios que determina, em grande parte, os resultados organizacionais. A gestão comportamental surge como resposta a essa necessidade, oferecendo ferramentas práticas para identificar perfis, alinhar expectativas e desenvolver equipes com mais inteligência e precisão.

  • O que é gestão comportamental: Aplicação de metodologias psicológicas e analíticas para compreender padrões de comportamento e utilizá-los como base para decisões de RH do recrutamento à avaliação de desempenho.
  • Ferramentas e metodologias: DISC, MBTI e People Analytics permitem mapear estilos comportamentais, pontos fortes e áreas de desenvolvimento de cada profissional.
  • Impacto na liderança: Gestores que conhecem o perfil comportamental da equipe conseguem delegar melhor, reduzir conflitos e aumentar o engajamento.
  • Retenção e clima organizacional: Empresas que investem nessa abordagem registram menor turnover, criando ambientes mais alinhados às necessidades individuais.

A gestão comportamental não é uma tendência passageira, é uma mudança de mentalidade. Ao colocar o comportamento humano no centro das decisões estratégicas, as organizações ganham eficiência, coesão e resultados sustentáveis. Investir nessa abordagem é, antes de tudo, investir nas pessoas que fazem a empresa crescer.
 

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