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O Fim da Escala 6×1: O que muda para o Brasil?

Uma análise completa sobre o modelo que atinge 14,8 milhões de trabalhadores, a aprovação histórica na Câmara e o que está em jogo para empresas e colaboradores

Por EDC Group | Publicado em 30/06/2026
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O que é a escala 6x1?
 

A escala 6×1 é um regime de trabalho em que o colaborador cumpre seis dias consecutivos de jornada para ter apenas um dia de descanso semanal remunerado. Embora a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criad em 1943 sob o governo Vargas, não mencione o modelo pelo nome, ele se consolidou a partir das normas que estabeleceram a jornada semanal máxima de 44 horas, distribuídas em seis dias de trabalho.

Um levantamento do Dieese aponta que um em cada três trabalhadores brasileiros atua na escala 6×1. São cerca de 14,8 milhões de pessoas, equivalentes a 33,2% dos ocupados no país, submetidas a esse modelo. Os setores com maior incidência são transporte aéreo, hospedagem, alimentação e comércio varejista, áreas marcadas pela necessidade de funcionamento contínuo.

Da petição popular à aprovação histórica na Câmara

O debate sobre o fim da escala 6×1 saiu das redes sociais para o Congresso Nacional com velocidade surpreendente. Foi apresentado a PEC 8/2025, propondo jornada máxima de 36 horas em quatro dias de trabalho. Após intensas negociações, houve o compartilhamento de um substitutivo com jornada de 40 horas semanais e período de transição de 14 meses, sem qualquer redução salarial.

A PEC 221/2019 foi aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados em dois turnos no dia 27 de maio de 2026, estabelecendo jornada máxima de 40 horas semanais e garantindo aos trabalhadores dois dias de descanso para cada cinco dias trabalhados. De acordo com o texto aprovado, após 60 dias a jornada será reduzida de 44 para 42 horas semanais. Doze meses depois, cairá para 40 horas, com máximo de 8 horas diárias. A PEC seguiu para o Senado Federal, onde precisa ser aprovada para se tornar emenda constitucional.

Prós e Contras: o debate que divide especialistas

Sobre os impactos, o debate divide especialistas. Estudos de confederações patronais projetam queda no PIB e alta da inflação, enquanto análises da Unicamp e do Ipea apontam impactos reduzidos, possível criação de empregos e aumento do PIB. Levantamento do Ipea indica que, com a redução para 40 horas e manutenção da remuneração, o custo médio do trabalho celetista subiria 7,84%. No entanto, na indústria e no comércio, o custo operacional adicional ficaria abaixo de 1%. Do lado dos trabalhadores, mais tempo livre pode levar ao aumento do consumo em áreas como lazer, cultura, educação e entretenimento, gerando novos empregos e movimentando diferentes setores. Do lado das empresas, o Centro de Liderança Pública estima o risco de redução de 640 mil empregos com carteira assinada, com possível migração de trabalhadores para contratos precários.

Uma virada histórica e o que vem a seguir

A aprovação da PEC na Câmara marca o fim de um modelo com mais de 80 anos praticamente intocado. Para os 14,8 milhões de trabalhadores em escala 6×1, a mudança é concreta: um segundo dia de descanso na semana, mais tempo com a família e mais horas para estudar ou simplesmente recuperar as energias.

Para as empresas, o momento exige planejamento. O período de transição de 14 meses foi desenhado para evitar choques bruscos, e setores com operações contínuas terão o espaço para negociar escalas via acordos coletivos. A situação e suas consequências serão ditadas pela capacidade de cada organização de reorganizar processos, investir em tecnologia e adaptar sua gestão de pessoas com responsabilidade. 

O Brasil está diante de uma das maiores reformas trabalhistas em décadas. Estar bem informado sobre o avanço dessa legislação é o primeiro passo para que empresas e colaboradores se preparem e se adaptem com inteligência.
 

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ESG & Responsabilidade

Semana do Meio Ambiente na EDC: engajamento, aprendizado e muita diversão

Uma semana de conteúdo e conscientização

Ao longo de toda a semana, utilizamos o Feedz, nossa plataforma de comunicação interna, para distribuir comunicados diários com conteúdos sobre meio ambiente. Cada mensagem trazia dicas práticas para o dia a dia pequenas atitudes que qualquer pessoa pode adotar para contribuir com a preservação e a melhoria do meio ambiente, dentro e fora do trabalho.

Além das dicas, cada comunicado trazia uma palavra-chave escondida no conteúdo. A proposta era simples: quem realmente lesse e prestasse atenção aos comunicados durante a semana teria em mãos o que precisava para se sair bem no desafio final.

O grande quiz da sexta-feira

Na sexta-feira, encerramos a semana com um quiz online aberto a toda a empresa. As perguntas foram construídas justamente a partir das palavras-chave e dos conteúdos compartilhados nos dias anteriores recompensando quem acompanhou a campanha com atenção.A dinâmica levou em conta dois critérios: número de acertos e tempo de resposta. Assim, criamos um ranking geral com os colaboradores que mais se destacaram, unindo conhecimento e agilidade.

Os três primeiros colocados no ranking foram premiados com vouchers para uso na O Boticário, uma forma de agradecer e incentivar o envolvimento genuíno de nossos times com as pautas de sustentabilidade.

Por que isso importa

Ações como essa reforçam o compromisso da EDC com a agenda ESG de forma prática e acessível. Mais do que uma semana comemorativa, essa campanha mostrou como é possível transformar conscientização ambiental em um momento de aprendizado coletivo, engajamento genuíno e celebração, reforçando que cada pequena atitude, multiplicada por todos os nossos colaboradores, faz diferença real para o meio ambiente.
 

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Acontece na EDC

Como a EDC Group entrou no clima de Copa (literalmente!) com um álbum de figurinhas do time

A ideia

Em vez das clássicas figurinhas de jogadores, colocamos os rostos de quem faz a EDC Group acontecer todos os dias. Cada colaborador recebeu um pacote de figurinhas para começar a colecionar, e a partir daí a brincadeira ficou por conta de todos: trocar figurinhas repetidas, negociar com os colegas e correr atrás daquelas figurinhas mais raras para completar o álbum.

O resultado? Grupos de mensagens tomados por conversas como "tenho, tenho, preciso" e "essa aqui eu não largo de jeito nenhum" um verdadeiro clima de Copa dentro do escritório, com direito a estratégia, negociação e muita risada pelo caminho.

A disputa

Completar o álbum não foi tarefa fácil, e por isso resolvemos premiar quem chegasse lá primeiro. Os três primeiros colocados a fecharem o álbum levaram vouchers para gastar em lojas esportivas parceiras — Nike, Centauro, Netshoes e Decathlon, podendo escolher o que mais combinava com o próprio estilo.

Mais do que uma brincadeira

Ações como essa mostram como um momento tão especial quanto a Copa do Mundo pode se transformar em uma oportunidade de aproximar as pessoas, fortalecer relações entre times e trazer leveza para o dia a dia. Foi diversão, competição saudável e, acima de tudo, um jeito diferente de viver a paixão pelo futebol dentro da EDC Group.

E você, já pensou em como pequenas ações podem transformar o clima de um time inteiro?
 

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