ESG & Responsabilidade

Pequenas Ações para um Futuro Mais Verde

Como Adotar Hábitos Sustentáveis Pode Fazer a Diferença no Cotidiano

Por EDC Group | Publicado em 29/08/2024
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A sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito distante para se tornar uma necessidade urgente em nosso dia a dia. Diante das mudanças climáticas, do esgotamento de recursos naturais e da poluição crescente, adotar boas práticas sustentáveis é essencial para garantir a saúde do planeta e das futuras gerações. Neste post, vamos explorar algumas ações simples que você pode implementar no seu cotidiano para viver de forma mais sustentável e contribuir para um futuro mais verde.

1. Redução do Consumo de Plástico: Uma das maneiras mais eficazes de começar a ser mais sustentável é reduzir o uso de plásticos descartáveis. Substitua sacolas plásticas por ecobags reutilizáveis, use garrafas de água de aço inoxidável ou vidro e evite produtos com excesso de embalagens. Pequenas mudanças como essas podem reduzir significativamente a quantidade de lixo plástico que acaba em aterros e nos oceanos.

2. Economia de Água: A água é um recurso precioso e escasso em muitas regiões. Práticas simples como fechar a torneira enquanto escova os dentes, reduzir o tempo no chuveiro e consertar vazamentos podem ajudar a economizar milhares de litros de água por ano. Além disso, reutilizar a água da máquina de lavar para limpar o quintal ou regar plantas é uma ótima maneira de maximizar seu uso.

3. Energia Sustentável: Optar por fontes de energia renovável, como a solar, é uma das melhores práticas sustentáveis. Instalar painéis solares em casa ou escolher fornecedores de energia limpa são ótimas opções. Além disso, adotar hábitos como desligar aparelhos eletrônicos da tomada quando não estiverem em uso e substituir lâmpadas incandescentes por LEDs pode reduzir significativamente o consumo de energia.

4. Mobilidade Sustentável: Sempre que possível, troque o carro por alternativas mais ecológicas, como andar de bicicleta, usar transporte público ou compartilhar caronas. Se for viável, adote veículos elétricos ou híbridos, que emitem menos poluentes. Essas práticas ajudam a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a poluição do ar nas cidades.

5. Consumo Consciente: Antes de comprar algo novo, pergunte-se se realmente precisa daquele item. Prefira produtos duráveis e de qualidade, que tenham uma vida útil maior. Aposte em produtos de segunda mão ou reciclados e apoie marcas que seguem práticas sustentáveis em sua produção. O consumo consciente ajuda a diminuir a demanda por recursos naturais e a quantidade de lixo gerado. 

6. Reciclagem e Compostagem: Separar o lixo reciclável do orgânico é fundamental para garantir que materiais como papel, vidro, metal e plástico sejam reaproveitados. Além disso, a compostagem dos resíduos orgânicos transforma restos de alimentos e folhas secas em adubo, que pode ser usado para enriquecer o solo do seu jardim. 

Adotar boas práticas sustentáveis no dia a dia é mais fácil do que parece e pode gerar um impacto significativo no meio ambiente. Pequenas mudanças em hábitos de consumo, economia de recursos e conscientização sobre a importância da reciclagem podem contribuir para um planeta mais saudável e equilibrado. Cada ação conta, e ao fazer escolhas conscientes, você está contribuindo para um futuro mais verde para todos. Comece hoje mesmo e inspire outras pessoas a fazerem o mesmo!

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Setembro Amarelo & Riscos Psicossociais: o RH Além do "Discurso Natimorto"

Todo mês de setembro chega com a clássica imagem de laços amarelos, mensagens acolhedoras dentre outros elementos mas tais práticas acabam se tornando automáticas com o tempo. Uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria (Carro & Nunes, 2021), demonstram que indivíduos acometidos por altos níveis de exaustão emocional e despersonalização — características centrais da Síndrome de Burnout — apresentam taxas significativamente mais elevadas de ideação suicida e pensamentos de autoextermínio quando comparados a grupos não afetados pelo transtorno. O cenário reforça que campanhas temporárias não bastam; a prevenção efetiva exige transformar a cultura organizacional e reestruturar as condições de trabalho ao longo de todo o ano.


Neste artigo será abordado sobre a atualização da NR-01, que entrou em fase de fiscalização no mês de maio de 2026. E a forma da qual o RH pode tratar a saúde mental não como um evento de calendário e sim como um processo.


O que mudou com a NR-01
 

A atualização da Norma Regulamentadora nº 01, formalizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, incluiu os riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Na prática, isso significa que fatores como sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis, assédio moral e conflitos interpessoais passaram a ter o mesmo status regulatório dos riscos físicos, químicos e biológicos já conhecidos pelas equipes de Segurança do Trabalho. Depois de um período educativo, a fiscalização com aplicação de multas começou em 26 de maio de 2026, sem previsão de nova prorrogação.
 

Palestra não é gestão de risco
 

Um dos pontos mais repetidos por especialistas trabalhistas é que a conformidade com a nova NR-01 não se resume à realização de palestras ou campanhas de sensibilização. Elas continuam sendo bem-vindas, mas não substituem o que a lei exige: identificação, avaliação e mapeamento formal dos riscos psicossociais dentro do inventário do PGR, com plano de ação documentado, responsáveis definidos e prazos claros. Para o auditor-fiscal, o que importa não é o quanto a empresa falou sobre o tema, e sim o que ela consegue comprovar que fez a respeito. A ação demonstra mais do que palavras.
 

Métricas que realmente importam
 

Transformar saúde mental em gestão exige indicadores concretos, não apenas boas intenções. Entre as métricas mais usadas para monitorar riscos psicossociais e prevenir o burnout, destacam-se:

  •  Taxa de absenteísmo e afastamentos por CID relacionado à saúde mental, que sinaliza tendências antes que se tornem crise.
  •  Turnover por área ou liderança, útil para identificar ambientes de trabalho tóxicos ou sobrecarregados.
  •  Resultados de pesquisas de clima e engajamento, aplicadas com regularidade e não apenas uma vez ao ano.
  •  Questionários validados de avaliação de risco psicossocial, como o COPSOQ-BR, que ajudam a mapear cargas de trabalho, autonomia e suporte percebido.
  •  Uso de canais de escuta e denúncia, que indicam se os colaboradores confiam nos mecanismos internos disponíveis.

Esses dados, quando analisados em conjunto, permitem enxergar padrões e agir antes que o problema vire algo irreversível como afastamento, processo trabalhista ou desligamento.
 

Do mapeamento ao plano de ação
 

Identificar o risco é só o primeiro passo. A norma exige que cada risco mapeado tenha uma resposta prática: ajuste de carga de trabalho, revisão de metas, capacitação de lideranças para identificar sinais de sobrecarga, ou a criação de canais de apoio psicológico. Esse ciclo precisa ser contínuo, como um processo, sempre mantendo a revisão periódica do PGR e atualização do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), e não um documento produzido uma vez e arquivado.

A atualização da NR-01 representa uma mudança de mentalidade: a saúde mental deixou de ser pauta de bem-estar e passou a ser, também, uma questão de conformidade legal e de gestão de risco. Um passo importante para construir ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. Mais do que cumprir uma exigência regulatória, trata-se de reconhecer que cuidar das pessoas exige método, dados e continuidade.
 

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Agosto Lilás: por que a segurança da mulher também é pauta de trabalho

Todos os anos, o mês de agosto ganha uma cor especial: o lilás. A campanha Agosto Lilás nasceu para lembrar a sociedade sobre a importância do combate à violência contra a mulher e reforçar o conhecimento sobre a Lei Maria da Penha. Mas o que muita gente ainda não percebe é que esse tema vai muito além das redes sociais e das ações pontuais em agosto: ele impacta diretamente a produtividade, o bem-estar e a saúde mental das mulheres no ambiente profissional.

Por isso, empresas comprometidas com pessoas entendem que falar sobre segurança da mulher é, também, falar sobre um ambiente de trabalho mais saudável e humano.

Uma pauta que também é institucional

A cada edição, o movimento ganha reforço de instituições públicas. O Senado Federal, por exemplo, dedica o mês de agosto à campanha, com foco na conscientização e no combate à violência de gênero, promovendo debates sobre projetos relacionados aos direitos das mulheres. Isso mostra que o tema está presente em discussões legislativas, em políticas públicas e, cada vez mais, dentro dos espaços profissionais onde as pessoas passam boa parte de suas vidas.

Por que isso é assunto de trabalho

A violência contra a mulher não fica "do lado de fora" do escritório. Ela atravessa a porta junto com a colaboradora, mesmo quando ninguém percebe. Sinais de que uma mulher pode estar sofrendo violência incluem isolamento social, marcas físicas, medo excessivo do parceiro e justificativas constantes para faltas no trabalho, todos eles diretamente ligados à rotina profissional. Uma colaboradora que vive uma situação de violência tende a apresentar queda de produtividade, dificuldade de concentração, ausências recorrentes e maior desgaste emocional.

O papel das empresas nesse enfrentamento

Cabe às organizações criar ambientes de confiança, onde as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda, buscar apoio e ser acolhidas sem julgamento. Isso pode incluir desde ações de conscientização e campanhas internas até políticas de escuta, apoio psicológico e orientação sobre direitos e canais de denúncia. Oferecer apoio e incentivar a busca de ajuda é um papel que a sociedade e, por extensão, as empresas podem e devem exercer como parte de sua responsabilidade com as pessoas.

Canais de apoio: para onde encaminhar quem precisa de ajuda

Saber a quem recorrer pode ser decisivo:

  • Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher do governo federal, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de forma gratuita, oferecendo orientação sobre direitos, informações sobre a rede de atendimento e o registro de denúncias, que são encaminhadas aos órgãos competentes.
  • O contato também pode ser feito por chat no WhatsApp, no número (61) 9610-0180, ou por e-mail.

Cuidar das pessoas vai além do ambiente físico de trabalho: significa também estar atento ao que cada colaboradora vive fora do escritório. Por isso, consideramos o Agosto Lilás e todas as ações voltadas à segurança e ao bem-estar da mulher  extremamente importantes e necessárias durante todo o ano. 
 

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