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Visão do CEO

Ano da eficiência: é hora de deixar o quiet quitting de lado e focar em performance

Por EDC Group | Publicado em 27/04/2023
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No último ano, o termo quiet quitting passou a tomar conta dos feeds do LinkedIn e outras redes sociais. A demissão silenciosa, tradução literal para o português, passou a ser um comportamento comum no mundo todo. Para mensurar o nível de engajamento dos trabalhadores brasileiros e a taxa de adesão ao movimento que defende a execução apenas do estritamente necessário, desenvolvemos na EDC Group uma pesquisa para mapear esses comportamentos. A metodologia demonstrou que somente 12% dos respondentes defendem a conduta, o que pode ser explicado pela instabilidade e desafios econômicos que fazem parte da dinâmica financeira do País.

Recentemente, os bancos SVB, Silvergate e Signature implodiram. A quebra do SVB gerou uma grande onda de incertezas no mercado e diversos investidores já se questionam sobre quais serão as próximas instituições financeiras que devem trilhar o mesmo caminho. Dentro desse cenário de instabilidade, é provável que grandes companhias enxuguem gastos e que uma nova onda de demissões ocorra.  Sobretudo, considerando a alta nas ações da gigante Meta, que após o anúncio do CEO Mark Zuckerberg, sobre planos de corte e congelamento de contratações, viu suas ações saltarem em 7,3%, o que consiste na maior alta da empresa no mercado financeiros nos últimos 8 meses.

Essa conduta conservadora dos empresários está sendo aplaudida pelo mercado financeiro, justamente por esses especialistas defenderem a adoção de medidas cautelosas num período propenso a uma grande recessão. De tempos em tempos, o mercado precisa “se regular” e, com isso, é importante que os trabalhadores entendam que não é o momento de aderir ao quiet quitting. Afinal, em tempos de turbulência, é necessário que os funcionários estejam vigilantes e se esforcem para garantir a segurança dos seus empregos.

Para os brasileiros, comumente menos adeptos aos comportamentos que compõem a demissão silenciosa, pouca coisa muda. Assim como em outros países onde as instabilidades econômicas são mais recorrentes e a oferta de trabalho bem menor em relação a procura, os funcionários valorizam mais as posições que ocupam, justamente por compreenderem que existe uma quantidade bem menor de vagas disponíveis em comparação com grandes economias, como nos EUA. De acordo com o estudo divulgado pela Gallup no ano passado, cerca da metade dos trabalhadores norte-americanos eram descritos como “quiet quitters”.

Entretanto, essa conduta da força de trabalho estadunidense está em rota de mudança. A tendência é que os funcionários compreendam o momento de desaceleração do país, que deve inclusive impactar toda a economia global. Agora, é hora de pisar cautelosamente no freio, posicionar-se como uma pessoa proativa e construir uma boa reputação com as lideranças e os principais funcionários da empresa. É necessário dedicar tempo e esforço para permanecer empregado. Esse é o ano da eficiência.

Assim como há poucos meses estávamos discutindo os impactos que a ampla difusão do quiet quitting poderia exercer nas empresas, agora, estamos fazendo o movimento contrário e observando os novos comportamentos dos trabalhadores que devem estar alinhados com a fase econômica que estamos entrando. Embora o momento expire cautela, vale ressaltar que a economia é cíclica, não existe mal ou bem que dure para sempre. O segredo do sucesso empresarial e pessoal, está no preparo para manter o equilíbrio em momentos desafiadores.

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A Importância do Novembro Azul para a Saúde Masculina

Novembro Azul é um movimento global que visa conscientizar sobre a saúde do homem, especialmente no que diz respeito ao câncer de próstata. Embora o tema saúde masculina tenha ganhado mais visibilidade nos últimos anos, ainda existem muitos tabus e preconceitos que cercam o assunto. Para combater essas barreiras, é fundamental que as empresas assumam um papel ativo, promovendo o diálogo e o apoio à saúde de seus colaboradores. Ao quebrar tabus e práticas saudáveis, as organizações podem contribuir significativamente para o bem-estar dos homens em seu ambiente de trabalho.

A saúde masculina é um tema cercado de estigmas que desencoraja muitos homens a buscar cuidados médicos e a discutir suas preocupações de saúde. O medo do diagnóstico e a ideia de que “homens não devem se preocupar com a saúde” são barreiras que podem levar a consequências graves. As empresas têm um papel crucial na mudança dessa narrativa, criando um ambiente que incentiva a abertura sobre questões de saúde e bem-estar.

Para isso, é importante que as organizações promovam campanhas educativas sobre a saúde masculina, abordando tópicos como a importância de exames regulares, dieta saudável e atividade física. Ao criar espaços seguros para divulgação, as empresas podem ajudar a desmistificar a saúde do homem e incentivar comportamentos preventivos.

 

O Papel das Empresas no Apoio à Saúde Masculina

  1. Campanhas de Conscientização : Durante o mês de novembro, as empresas podem promover campanhas internas que incentivam os colaboradores a realizarem exames preventivos. Isso pode incluir palestras, distribuição de materiais informativos e até mesmo parcerias com clínicas para facilitar o acesso a consultas.
  2. Programas de Saúde Mental : A saúde mental é um aspecto frequentemente negligenciado quando se fala sobre saúde masculina. As empresas implementam programas que oferecem suporte psicológico e promovem um ambiente onde os colaboradores podem se sentir confortáveis para falar sobre suas emoções e desafios. (A EDC oferece um canal de escuta conteconosco@edcgroup.com.br)
  3. Apoio à Atividade Física : Incentivar a prática de atividades físicas também é essencial. As empresas que promovem desafios de fitness, criam grupos de caminhada ou até oferecem subsídios para a prática de esportes. Isso não apenas melhorou a saúde física, mas também fortalece os laços entre os colaboradores. ( Na EDC, esse incentivo é reforçado pelo benefício do Total Pass, que dá acesso a academias e serviços de nutricionistas parceiros, promovendo qualidade de vida e integração no ambiente de trabalho) 
  4. Treinamentos para Líderes : Investir na capacitação de líderes e gestores sobre a importância da saúde masculina pode ter um impacto significativo. Quando uma liderança está engajada e informada, é mais provável que incentive os colaboradores a cuidarem de sua saúde. 
  5. Ambiente Inclusivo : Por fim, criar uma cultura que valorize a saúde e o bem-estar é essencial. As empresas devem ser proativas em abordar o tema da saúde masculina de maneira inclusiva e sensível, garantindo que todos os colaboradores se sintam apoiados e encorajados a buscar cuidados médicos. 
  6. Plano de Saúde Empresarial: Oferecer um plano de saúde é um dos principais benefícios que as empresas podem disponibilizar aos colaboradores. A facilidade no acesso a consultas e exames permite que eles se cuidem preventivamente, incentivando a adoção de hábitos saudáveis e promovendo a segurança e tranquilidade de todos no ambiente de trabalho.

O Novembro Azul é mais do que uma campanha de conscientização; é um chamado à ação para todos. Ao quebrar tabus e promover o apoio à saúde masculina, as empresas desempenham um papel fundamental na promoção do bem-estar de seus colaboradores. Essa abordagem não apenas melhora a qualidade de vida dos homens, mas também contribui para um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. Ao unir esforços para enfrentar os estigmas e incentivos aos cuidados preventivos, estamos, juntos, construindo um futuro onde a saúde masculina é uma prioridade, e os homens se sentem livres para cuidar de si mesmos sem medo ou vergonha.

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Geração Z no Mercado de Trabalho: O Que as Empresas Precisam Saber

A Geração Z, composta por aqueles nascidos em 1995 e início de 2010, já está entrando em massa no mercado de trabalho. Essa geração, nativa digital e com valores e expectativas únicas, está redefinindo as relações de trabalho e exigindo que as empresas se adaptem a uma nova realidade.


Características da Geração Z:

  • Nativos digitais: Cresceram imersos na tecnologia e esperam que ela faça parte de todos os aspectos de suas vidas, incluindo o trabalho.
  • Foco em propósito: Buscam empresas com valores alinhados aos seus e que contribuam para um futuro mais sustentável.
  • Valorização da flexibilidade: Preferem modelos de trabalho híbridos ou remotos, além de horários flexíveis.
  • Comunicação direta e transparente: Gostam de líderes acessíveis e que valorizem a comunicação aberta e honesta.
  • Busca por desenvolvimento: Valorizam oportunidades de aprendizado contínuo e crescimento profissional.
  • Equilíbrio entre vida pessoal e profissional: Priorizam o bem-estar e a saúde mental.

 

O que as empresas precisam saber:

Para atrair e reter talentos da Geração Z, as empresas precisam:

  • Oferecer um ambiente de trabalho moderno e tecnológico: Investir em ferramentas e tecnologias que facilitem o trabalho e a colaboração.
  • Construir uma cultura organizacional forte e inclusiva: Promover um ambiente de trabalho onde todos se sintam valorizados e respeitados.
  • Investir em desenvolvimento profissional: Oferecer programas de treinamento e mentoria para que os jovens talentos possam crescer dentro da empresa.
  • Valorizar a flexibilidade e o trabalho remoto: Adaptar os modelos de trabalho para atender às expectativas da nova geração.
  • Comunicar de forma clara e transparente: Ser transparente sobre os objetivos da empresa e os valores da marca.
  • Oferecer benefícios que façam sentido para a Geração Z: Além dos benefícios tradicionais, considerar opções como auxílio para bem-estar, programas de saúde mental e oportunidades de voluntariado.
     

Os desafios e as oportunidades

A chegada da Geração Z no mercado de trabalho representa tanto desafios quanto oportunidades para as empresas. Os desafios incluem a necessidade de se adaptar a novas formas de trabalho e de comunicação, além de construir uma cultura organizacional mais atrativa para essa geração. As oportunidades, por outro lado, são inúmeras: a Geração Z traz consigo novas ideias, criatividade e um olhar fresco para os negócios.

A Geração Z está transformando o mundo do trabalho. As empresas que conseguirem se adaptar às suas expectativas e oferecer um ambiente de trabalho atrativo e desafiador terão uma vantagem competitiva significativa. Ao entender as características e os valores dessa geração, as empresas podem construir equipes mais engajadas e produtivas e garantir o sucesso a longo prazo.

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