ESG & Responsabilidade

EDC Green em prática · Sem copos plásticos descartáveis

Por EDC Group | Publicado em 01/08/2020
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Entre as muitas ações que a EDC faz em seu processo de qualidade e melhoria contínua, o cuidado com ações sustentáveis tem foco e realizações concretas.

Desde o ano passado os copos plásticos foram substituídos por copos de vidro e xícaras para os clientes e squeezes para os funcionários.

As ações levam em conta as inúmeras desvantagens e problemas que o consumo de plásticos descartáveis acarreta ao nosso meio. O volume de unidades diárias de copos por funcionário acaba sendo muito alto em cada expediente diário. Os copos plásticos demoram muito para se decompor e dificilmente são coletados para reciclagem.

Atualmente o copo plástico é o resíduo sólido urbano menos reciclado em todo o planeta. O baixo custo de mercado e custos elevados de mecanismos de reciclagem colaboram para que este processo não seja adotado pela indústria.

Além de não serem facilmente recicláveis a produção dos copos descartáveis consome até 3 litros de água por copo que acaba sendo usado uma única vez e descartado logo em seguida. Utilizando copos permanentes também há consumo de água a cada lavagem, mas são consumidos apenas 300 ml.

Os copos de café ainda tem uma outra desvantagem: eles possuem em sua composição uma substância chamada Estireno, e segundo uma pesquisa desenvolvida pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), em contato com o café quente, o copo pode soltar uma quantidade das substância considerada não segura pelo Ministério da Saúde, sendo uma substância potencialmente cancerígena.

Por estes e outros motivos a EDC resolveu tomar medidas práticas e aboliu o uso de copos plásticos, assim como outras ações focadas em sustentabilidade e um mundo melhor para todos.

Que tal copiar a ideia e evitar o uso de copos plásticos em todos os ambientes que frequentamos?

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Softwares completos e unificados: por que sua empresa não pode mais depender de sistemas isolados

Quantas ferramentas diferentes sua equipe usa para gerir o dia a dia? Planilhas, sistemas de ponto, plataformas de benefícios, softwares de folha... A fragmentação de dados é um dos maiores obstáculos à produtividade das empresas modernas. Softwares completos e unificados surgem para eliminar esse caos digital, integrando todas as operações em um único ambiente inteligente e confiável.

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  • Integração e automação: Sistemas integrados eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem erros humanos e liberam os times para atividades de maior valor estratégico.
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Adotar um software completo e unificado é uma decisão estratégica que vai muito além da tecnologia é uma escolha por mais eficiência, menos desperdício e maior controle. Em um cenário onde dados são ativos valiosos, centralizar informações é o primeiro passo para transformar a operação e impulsionar o crescimento do negócio.
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Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas perceberam que habilidades técnicas sozinhas não garantem alta performance. É justamente o comportamento das pessoas  a forma como se comunicam, colaboram e reagem a desafios que determina, em grande parte, os resultados organizacionais. A gestão comportamental surge como resposta a essa necessidade, oferecendo ferramentas práticas para identificar perfis, alinhar expectativas e desenvolver equipes com mais inteligência e precisão.

  • O que é gestão comportamental: Aplicação de metodologias psicológicas e analíticas para compreender padrões de comportamento e utilizá-los como base para decisões de RH do recrutamento à avaliação de desempenho.
  • Ferramentas e metodologias: DISC, MBTI e People Analytics permitem mapear estilos comportamentais, pontos fortes e áreas de desenvolvimento de cada profissional.
  • Impacto na liderança: Gestores que conhecem o perfil comportamental da equipe conseguem delegar melhor, reduzir conflitos e aumentar o engajamento.
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A gestão comportamental não é uma tendência passageira, é uma mudança de mentalidade. Ao colocar o comportamento humano no centro das decisões estratégicas, as organizações ganham eficiência, coesão e resultados sustentáveis. Investir nessa abordagem é, antes de tudo, investir nas pessoas que fazem a empresa crescer.
 

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