ESG & Responsabilidade

Apoio Esportivo - Instituto Olga Kos

Por EDC Group | Publicado em 03/02/2020
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Ao lado de grandes empresas e ciente do seu papel social, a EDC apoia projetos de Inclusão pelo Esporte do Instituto Olga Kos desde 2018.

O projeto TAEKWONDO - INCLUSÃO PELO ESPORTE do Instituto, tem como objetivo incluir crianças com e sem Deficiência Intelectual à sociedade, por meio da prática do Taekwondo. O projeto atinge 100 participantes a cada edição. São crianças a partir de 6 anos que encontram na iniciativa condições de trabalhar os aspectos físicos e motores aumentando a sua consciência corporal e promovendo a interação social e a participação da família no processo de inclusão social.

O histórico de apoio da EDC via Lei Federal de Incentivo ao Esporte foi:

Confira nos links a proposta de cada edição.

Além do projeto Taekwondo a EDC também está apoiando agora em 2020 a Capoeira. O projeto CAPOEIRA JOGO DA INCLUSÃO consiste na realização de oficinas de capoeira para promover acesso de crianças e adolescentes, com e sem deficiência, em vulnerabilidade social, à rede de serviços dentro de seus territórios e, ainda garantir o direito à vida comunitária, com fomento à diversidade.

O projeto contempla oficinas de capoeira. Os participantes desenvolverão técnicas da modalidade, adaptadas às condições físicas e intelectuais dos participantes. Dentro da modalidade, a música, imprescindível para o jogo da Capoeira, será estimulada e desenvolvida por fazer parte da cultura, e do jogo. Haverá um evento ao final do projeto, composto de 1 apresentação de capoeira, acompanhada de música elaborada e produzida pelos próprios participantes. As oficinas comportam 30 participantes, com e sem deficiência, divididos em 2 turmas de 15 participantes em cada turma. Cada turma terá 2 encontros semanais com 1h de duração em 10 meses de atividades práticas.

 

O foco dos projetos no aprimoramento pessoal com relação aos aspectos sociais, cognitivos e motores também é o foco da EDC, ao contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade com mais oportunidades e cada vez mais desenvolvida e inclusiva.

 

Projetos apoiados com a Lei Federal de Incentivo ao Esporte e FUMCAD.

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EDC Insights de março: cultura em ambientes híbridos e o risco do “turismo corporativo”

O EDC Insights de março trouxe um debate atual e necessário: o trabalho presencial ainda é sinônimo de produtividade? Com o tema “Cultura em Ambientes Híbridos: como evitar que o presencial vire turismo corporativo”, o encontro provocou lideranças e profissionais a repensarem o real valor de estar no escritório, mostrando que o sucesso do modelo híbrido está muito mais ligado à cultura e à confiança do que à presença física.

Um dos principais pontos discutidos foi que a produtividade não está ligada ao local de trabalho, mas sim ao engajamento do profissional. Inclusive, fatores como deslocamento e estresse podem impactar negativamente o desempenho no presencial.

Diante disso, o encontro provocou uma reflexão importante: qual é o real propósito de ir ao escritório? O presencial precisa gerar interações verdadeiras, colaboração e trocas relevantes caso contrário, corre o risco de se tornar apenas um “turismo corporativo”.

Outro destaque foi a importância de redesenhar o trabalho presencial, valorizando momentos de conexão, como encontros informais e trocas entre equipes, que muitas vezes geram mais resultado do que reuniões formais.

A liderança também entrou em pauta, reforçando que controle não garante produtividade. O modelo híbrido exige confiança, alinhamento e acompanhamento constante, sem a necessidade de microgerenciamento.

Por fim, o encontro destacou que a cultura organizacional é construída no dia a dia e, em ambientes híbridos, precisa ser ainda mais intencional. Além disso, o presencial pode e deve ser aproveitado como uma oportunidade de desenvolvimento e visibilidade profissional.

O EDC Insights de março reforça que o futuro do trabalho não está na escolha entre presencial ou remoto, mas na forma como as empresas estruturam essas experiências. O modelo híbrido só funciona quando há propósito, confiança e uma cultura bem definida. Mais do que marcar presença, o verdadeiro desafio está em fazer com que cada interação, seja presencial ou digital, gere valor real para pessoas e negócios.

Não quer ficar por fora dos próximos EDC Insights? Entre no nosso grupo e acompanhe tudo em primeira mão: https://chat.whatsapp.com/G9vuz4LlRMx48YpBv52ArF
 

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Benefícios flexíveis: o novo padrão para atrair, engajar e reter talentos

O pacote de benefícios que funcionava há dez anos já não atende às expectativas de uma força de trabalho diversa e multigeracional. Colaboradores de diferentes idades e perfis buscam benefícios que façam sentido para as suas vidas, não para um modelo genérico. Os benefícios flexíveis chegaram para mudar esse cenário, colocando o colaborador no centro das decisões e permitindo que cada pessoa monte o pacote ideal para si.

  • O que são benefícios flexíveis: Programas que permitem ao colaborador escolher, dentro de um valor pré-definido pela empresa, quais benefícios deseja utilizar: saúde, educação, alimentação, mobilidade, bem-estar, lazer, entre outros.
  • Por que a flexibilidade importa: Colaboradores com autonomia sobre seus benefícios apresentam maior engajamento e satisfação, impactando diretamente produtividade e retenção.
  • Diversidade e inclusão: Benefícios flexíveis reconhecem as diferenças individuais de um profissional com filhos que têm necessidades distintas de um jovem solteiro, e ambos merecem um pacote relevante.
  • Desafios de implementação: Gerir múltiplas escolhas exige tecnologia adequada. Plataformas especializadas facilitam a administração, o controle de custos e a conformidade fiscal.

Os benefícios flexíveis representam uma evolução natural na relação entre empresas e colaboradores. Ao oferecer escolha e autonomia, as organizações demonstram respeito pela individualidade de cada pessoa e constroem uma proposta de valor genuinamente atraente. Num mercado onde o talento é cada vez mais disputado, a flexibilidade pode ser o diferencial que define quem os melhores profissionais escolhem trabalhar.
 

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