Visão do CEO

A empresa no seu papel humanizador de pessoa jurídica

Por EDC Group | Publicado em 16/03/2022
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A humanização nas empresas já era uma tendência que vinha sendo apontada por alguns especialistas do mercado de trabalho, entretanto, com as mudanças do mundo especialmente desde o ano de 2020, quando estourou a pandemia de covid-19, se tornou essencial e obrigatória para que os negócios consigam sobreviver e se desenvolver sustentavelmente. Ficou claro que a empresa é uma “pessoa” (jurídica) e que como pessoa que participa da sociedade precisa atuar de forma mais humanizada.

Humanizar a empresa é ter maior capacidade de escuta, compreensão dos desejos dos clientes e colaboradores, ter empatia e preocupação com a sociedade em sua volta e se posicionar quando temas como diversidade, racismo, homofobia são trazidos à tona. Não dá mais para ficar em cima do muro, como antigamente. É cada vez mais comum discutir empatia, propósito, crenças, resiliência das empresas. Estes atributos antes eram mais ligados a pessoa física agora também fazem parte da pessoa jurídica

De acordo com o relatório “O futuro do trabalho depois da Covid-19” publicado pela McKinsey & Company, o trabalho remoto e as reuniões virtuais são tendências que vieram para ficar, o futuro do trabalho não é mais apenas uma discussão de local (home office ou escritório), mas passa por toda a discussão de atividades e forma de trabalho. A digitalização e robotização está mudando o jeito de se trabalhar, extinguindo algumas funções e criando outras e alterando quase todos que se mantem.

A humanização das empresas passou a ser essencial para considerar as incertezas do momento e caminhar lado a lado com as pessoas para desenvolver habilidades como inteligência emocional, autonomia, resiliência, autogestão e tantas outros soft skills que precisam estar em voga para continuarem vivas e relevantes do mercado.

A humanização nas empresas traz benefícios para a tríade: colaboradores (maior engajamento e menor rotatividade), clientes (maior escuta aos seus desejos) e fornecedores (visão de parceria). Uma gestão humanizada colabora para que você tenha funcionários mais comprometidos e felizes, clientes mais fiéis e fornecedores parceiros resultando um aumento da produtividade e lucratividade.

Isso já é de conhecimento de todos, que não existe fórmula mágica para que qualquer mudança cultural na empresa aconteça de uma hora para outra, isso leva tempo e depende inclusive do engajamento da alta direção.

Cabe neste texto ressaltar que todas as empresas do futuro deverão criar produtos, serviços e soluções aderentes a essa nova maneira de fazer e humanizar os seus negócios, que possam contar com pilares que envolvam a sustentabilidade, a colaboração e a visão social como um todo. Um exemplo que podemos destacar é o metaverso, onde as empresas e os consumidores estão interagindo de igual para igual, em um universo totalmente digital.

Por isso, ressalto que os líderes do futuro serão aqueles que conseguem conduzir suas empresas com um olhar mais humano, empático. Cada vez mais os funcionários e clientes irão escolher  as empresas com quem desejam se relacionar por suas afinidades e semelhanças e não apenas apenas por preço ou pacote de remuneração.

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Softwares completos e unificados: por que sua empresa não pode mais depender de sistemas isolados

Quantas ferramentas diferentes sua equipe usa para gerir o dia a dia? Planilhas, sistemas de ponto, plataformas de benefícios, softwares de folha... A fragmentação de dados é um dos maiores obstáculos à produtividade das empresas modernas. Softwares completos e unificados surgem para eliminar esse caos digital, integrando todas as operações em um único ambiente inteligente e confiável.

  • O problema dos sistemas isolados: Informações dispersas geram retrabalho, inconsistências e dificultam análises estratégicas. Cada sistema adicional representa um novo ponto de falha e custo de manutenção.
  • Vantagens da unificação: Uma plataforma centralizada reúne dados de RH, financeiro, benefícios e gestão de pessoas em tempo real, permitindo visibilidade total e decisões mais ágeis.
  • Integração e automação: Sistemas integrados eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem erros humanos e liberam os times para atividades de maior valor estratégico.
  • Escalabilidade e conformidade: Soluções unificadas acompanham o crescimento da empresa e facilitam a conformidade com obrigações legais como eSocial e LGPD.

Adotar um software completo e unificado é uma decisão estratégica que vai muito além da tecnologia é uma escolha por mais eficiência, menos desperdício e maior controle. Em um cenário onde dados são ativos valiosos, centralizar informações é o primeiro passo para transformar a operação e impulsionar o crescimento do negócio.
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Gestão comportamental: como transformar comportamentos em resultados estratégicos

Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas perceberam que habilidades técnicas sozinhas não garantem alta performance. É justamente o comportamento das pessoas  a forma como se comunicam, colaboram e reagem a desafios que determina, em grande parte, os resultados organizacionais. A gestão comportamental surge como resposta a essa necessidade, oferecendo ferramentas práticas para identificar perfis, alinhar expectativas e desenvolver equipes com mais inteligência e precisão.

  • O que é gestão comportamental: Aplicação de metodologias psicológicas e analíticas para compreender padrões de comportamento e utilizá-los como base para decisões de RH do recrutamento à avaliação de desempenho.
  • Ferramentas e metodologias: DISC, MBTI e People Analytics permitem mapear estilos comportamentais, pontos fortes e áreas de desenvolvimento de cada profissional.
  • Impacto na liderança: Gestores que conhecem o perfil comportamental da equipe conseguem delegar melhor, reduzir conflitos e aumentar o engajamento.
  • Retenção e clima organizacional: Empresas que investem nessa abordagem registram menor turnover, criando ambientes mais alinhados às necessidades individuais.

A gestão comportamental não é uma tendência passageira, é uma mudança de mentalidade. Ao colocar o comportamento humano no centro das decisões estratégicas, as organizações ganham eficiência, coesão e resultados sustentáveis. Investir nessa abordagem é, antes de tudo, investir nas pessoas que fazem a empresa crescer.
 

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