Visão do CEO

EDC Group: Transformando a visão do Outsourcing no Brasil

Por EDC Group | Publicado em 26/03/2021
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Qual a sua visão sobre um profissional terceirizado? O outsourcing é uma oportunidade para a empresa que deseja contratar um colaborador especializado com rapidez e facilidade e para o profissional que almeja dinamicidade em sua carreira.

Hoje o conceito de consultoria se popularizou no Brasil e muitas pessoas se preparam para ocupar vagas que lhe permitem entregar projetos para diferentes empresas em um curto espaço de tempo. Mas mesmo nesse cenário, ainda temos resquícios de uma visão antiga que subestima indivíduos contratados por terceiras.

Neste artigo vamos te contar a história da EDC Group que nasce com a pretensão de mudar essa visão e mostrar todo o potencial do Outsourcing no Brasil. Confira:

O que é Outsourcing?

Antes de mais nada, é importante entender o que é o outsourcing. O termo em inglês é utilizado para definir terceirização. Entretanto, neste caso a terceirizada oferece um serviço especializado.

Ou seja, o outsourcing é a alternativa perfeita para empresas que não possuem expertise ou infraestrutura para executar determinada ação. Inclusive, com a velocidade dos avanços tecnológicos essa prática vem sendo cada vez mais necessária para organizações que não querem ficar para trás.

O outsourcing proporciona facilidade na aquisição de serviços primordiais para o funcionamento e a competitividade de diferentes negócios. Garantindo que a sua instituição possa focar no que ela sabe fazer, enquanto os especialistas da terceirizada cuidam do restante.

Para deixar para trás: a antiga visão sobre profissionais terceirizados no Brasil

Quando o CEO da EDC Group, Daniel M. de Campos Neto, se formou e foi trabalhar como terceirizado anos atrás, logo reconheceu o estigma que existia sobre esse regime de trabalho em nosso país. “Era visto como um sub-emprego, um prêmio de consolação”, afirma o CEO.

E todo esse preconceito vinha muito da antiga visão de carreira. Afinal, ser bem sucedido há uma ou duas décadas significava ter uma carreira estável, entrar em uma empresa, ali crescer e ficar por muitos anos. Neste contexto, o terceirizado era visto como instável e, portanto, mal sucedido.

Entretanto, os tempos são outros, as novas gerações não têm esse tipo de conexão com as empresas e possuem uma outra visão sobre sucesso profissional. Então, o que era uma desvantagem tornou- se uma vantagem: trabalhar em uma consultoria gera dinamicidade na carreira. Afinal, a cada ano você pode estar atendendo uma empresa diferente.

Campos Neto reforça como o próprio ecossistema atual converge a favor da terceirização:

— Na área de engenharia, por exemplo, a demanda alta por desenvolver coisas com ciclos de vida da vez mais curtos e a aceleração da tecnologia, você contratou um especialista para fazer uma coisa para o próximo lançamento, o cara que era especialista no plástico A, já não serve, porque o seu produto vai ser do plástico B. Como é que a empresa consegue reagir?

A aceleração da dinâmica do mundo advinda dos avanços tecnológicos, as próprias corporações também mudaram a visão sobre o outsourcing. Enxergando como uma oportunidade de acelerar processos com menos burocracia.

A história da EDC Group nessa transformação

Os sócios da EDC trabalhavam em uma multinacional quando enxergaram o gap no mercado de Outsourcing, as empresas que desejavam contratar essas terceirizadas só encontravam duas opções: grandes empresas, cheias de burocracias, ou algum ex-funcionário dessas grandes empresas que abria e prestava serviço de muita qualidade, mas que trabalhava sozinho e não possuía muita credibilidade.

Então, as multinacionais grandes acabavam gostando de trabalhar com essas empresas, pela robustez da marca e aceitavam as burocracias. Entretanto, muitos negócios acabavam por se perder por questões que nem ao menos eram comerciais, faziam parte do protocolo de regras rígidas da corporação.

E justamente aí que nasceu o sonho de criar a EDC, uma empresa de outsourcing que seria grande, mas não tão rígida e burocrática. Além de trabalhar dentro da CLT oferecendo segurança para seus funcionários. “Desde pequeno a gente sonhou em ser uma empresa grande, estruturada e com qualidade”, conta Daniel.

A EDC nasce para desfazer essa imagem do terceirizado como o fracassado que não conseguiu passar no processo seletivo da corporação e colocar o outsourcing como o recurso para potencializar os resultados da sua organização.

As Vantagens do Outsourcing

Conheça as principais vantagens do Outsourcing para a sua organização:

●    redução de gastos com salários, benefícios e até com infraestrutura e custos fixos;

●    resposta rápida e eficaz às mudanças do mercado;

●    fortalecimento de processos;

●    fortalecimento da marca empregadora;

●    vantagem competitiva em relação às outras empresas do setor com melhores tecnologias e maior alcance;

●    conexão e conhecimento de novas tecnologias;

●    otimização dos prazos e qualidade das entregas;

●    dados precisos para otimizar decisões;

●    utilização de grandes talentos e recursos em setores estratégicos;

●    flexibilidade dentro da organização;

●    ambiente dinâmico.

Outsourcing: uma oportunidade de potencializar os resultados da sua organização

O processo de Outsourcing permite que a sua empresa aumente a produtividade e otimize processos rotineiros, extraindo o máximo potencial de cada área. Assim, pode aumentar o processo de produção, acessar melhores tecnologias e reduzir custos dentro da sua organização.

Ao delegar algumas funções, otimiza tempo de equipes e melhora a qualidade das entregas para o cliente final. Lembrando que, nesse processo é importante contratar uma empresa que de fato se preocupe em assegurar os direitos das pessoas contratadas. De tal forma, a corporação contratante e as pessoas contratadas pela terceirizada saem ganhando.

E todos os dias a EDC Group segue trabalhando para fazer com o que o Outsourcing seja cada vez mais visto como a ferramenta estratégica que é. Além de contribuir para a valorização dos profissionais terceirizados, que devem ser entendidos como uma poderosa engrenagem dessa ferramenta. Trabalhamos transformando pessoas e conectando negócios.

E agora, como você enxerga o profissional terceirizado? Espero que seja com os mesmos olhos da EDC!

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Setembro Amarelo & Riscos Psicossociais: o RH Além do "Discurso Natimorto"

Todo mês de setembro chega com a clássica imagem de laços amarelos, mensagens acolhedoras dentre outros elementos mas tais práticas acabam se tornando automáticas com o tempo. Uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria (Carro & Nunes, 2021), demonstram que indivíduos acometidos por altos níveis de exaustão emocional e despersonalização — características centrais da Síndrome de Burnout — apresentam taxas significativamente mais elevadas de ideação suicida e pensamentos de autoextermínio quando comparados a grupos não afetados pelo transtorno. O cenário reforça que campanhas temporárias não bastam; a prevenção efetiva exige transformar a cultura organizacional e reestruturar as condições de trabalho ao longo de todo o ano.


Neste artigo será abordado sobre a atualização da NR-01, que entrou em fase de fiscalização no mês de maio de 2026. E a forma da qual o RH pode tratar a saúde mental não como um evento de calendário e sim como um processo.


O que mudou com a NR-01
 

A atualização da Norma Regulamentadora nº 01, formalizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, incluiu os riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Na prática, isso significa que fatores como sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis, assédio moral e conflitos interpessoais passaram a ter o mesmo status regulatório dos riscos físicos, químicos e biológicos já conhecidos pelas equipes de Segurança do Trabalho. Depois de um período educativo, a fiscalização com aplicação de multas começou em 26 de maio de 2026, sem previsão de nova prorrogação.
 

Palestra não é gestão de risco
 

Um dos pontos mais repetidos por especialistas trabalhistas é que a conformidade com a nova NR-01 não se resume à realização de palestras ou campanhas de sensibilização. Elas continuam sendo bem-vindas, mas não substituem o que a lei exige: identificação, avaliação e mapeamento formal dos riscos psicossociais dentro do inventário do PGR, com plano de ação documentado, responsáveis definidos e prazos claros. Para o auditor-fiscal, o que importa não é o quanto a empresa falou sobre o tema, e sim o que ela consegue comprovar que fez a respeito. A ação demonstra mais do que palavras.
 

Métricas que realmente importam
 

Transformar saúde mental em gestão exige indicadores concretos, não apenas boas intenções. Entre as métricas mais usadas para monitorar riscos psicossociais e prevenir o burnout, destacam-se:

  •  Taxa de absenteísmo e afastamentos por CID relacionado à saúde mental, que sinaliza tendências antes que se tornem crise.
  •  Turnover por área ou liderança, útil para identificar ambientes de trabalho tóxicos ou sobrecarregados.
  •  Resultados de pesquisas de clima e engajamento, aplicadas com regularidade e não apenas uma vez ao ano.
  •  Questionários validados de avaliação de risco psicossocial, como o COPSOQ-BR, que ajudam a mapear cargas de trabalho, autonomia e suporte percebido.
  •  Uso de canais de escuta e denúncia, que indicam se os colaboradores confiam nos mecanismos internos disponíveis.

Esses dados, quando analisados em conjunto, permitem enxergar padrões e agir antes que o problema vire algo irreversível como afastamento, processo trabalhista ou desligamento.
 

Do mapeamento ao plano de ação
 

Identificar o risco é só o primeiro passo. A norma exige que cada risco mapeado tenha uma resposta prática: ajuste de carga de trabalho, revisão de metas, capacitação de lideranças para identificar sinais de sobrecarga, ou a criação de canais de apoio psicológico. Esse ciclo precisa ser contínuo, como um processo, sempre mantendo a revisão periódica do PGR e atualização do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), e não um documento produzido uma vez e arquivado.

A atualização da NR-01 representa uma mudança de mentalidade: a saúde mental deixou de ser pauta de bem-estar e passou a ser, também, uma questão de conformidade legal e de gestão de risco. Um passo importante para construir ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. Mais do que cumprir uma exigência regulatória, trata-se de reconhecer que cuidar das pessoas exige método, dados e continuidade.
 

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Agosto Lilás: por que a segurança da mulher também é pauta de trabalho

Todos os anos, o mês de agosto ganha uma cor especial: o lilás. A campanha Agosto Lilás nasceu para lembrar a sociedade sobre a importância do combate à violência contra a mulher e reforçar o conhecimento sobre a Lei Maria da Penha. Mas o que muita gente ainda não percebe é que esse tema vai muito além das redes sociais e das ações pontuais em agosto: ele impacta diretamente a produtividade, o bem-estar e a saúde mental das mulheres no ambiente profissional.

Por isso, empresas comprometidas com pessoas entendem que falar sobre segurança da mulher é, também, falar sobre um ambiente de trabalho mais saudável e humano.

Uma pauta que também é institucional

A cada edição, o movimento ganha reforço de instituições públicas. O Senado Federal, por exemplo, dedica o mês de agosto à campanha, com foco na conscientização e no combate à violência de gênero, promovendo debates sobre projetos relacionados aos direitos das mulheres. Isso mostra que o tema está presente em discussões legislativas, em políticas públicas e, cada vez mais, dentro dos espaços profissionais onde as pessoas passam boa parte de suas vidas.

Por que isso é assunto de trabalho

A violência contra a mulher não fica "do lado de fora" do escritório. Ela atravessa a porta junto com a colaboradora, mesmo quando ninguém percebe. Sinais de que uma mulher pode estar sofrendo violência incluem isolamento social, marcas físicas, medo excessivo do parceiro e justificativas constantes para faltas no trabalho, todos eles diretamente ligados à rotina profissional. Uma colaboradora que vive uma situação de violência tende a apresentar queda de produtividade, dificuldade de concentração, ausências recorrentes e maior desgaste emocional.

O papel das empresas nesse enfrentamento

Cabe às organizações criar ambientes de confiança, onde as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda, buscar apoio e ser acolhidas sem julgamento. Isso pode incluir desde ações de conscientização e campanhas internas até políticas de escuta, apoio psicológico e orientação sobre direitos e canais de denúncia. Oferecer apoio e incentivar a busca de ajuda é um papel que a sociedade e, por extensão, as empresas podem e devem exercer como parte de sua responsabilidade com as pessoas.

Canais de apoio: para onde encaminhar quem precisa de ajuda

Saber a quem recorrer pode ser decisivo:

  • Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher do governo federal, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de forma gratuita, oferecendo orientação sobre direitos, informações sobre a rede de atendimento e o registro de denúncias, que são encaminhadas aos órgãos competentes.
  • O contato também pode ser feito por chat no WhatsApp, no número (61) 9610-0180, ou por e-mail.

Cuidar das pessoas vai além do ambiente físico de trabalho: significa também estar atento ao que cada colaboradora vive fora do escritório. Por isso, consideramos o Agosto Lilás e todas as ações voltadas à segurança e ao bem-estar da mulher  extremamente importantes e necessárias durante todo o ano. 
 

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