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Mulheres nas Empresas: o que ainda precisa mudar e o que já está mudando

Dados, barreiras reais e caminhos concretos para construir organizações mais justas e igualitárias

Por EDC Group | Publicado em 27/03/2026
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Em 2025, as mulheres representam mais da metade da população economicamente ativa no Brasil. Elas são maioria nas universidades e concluem a graduação em proporção maior do que os homens. E ainda assim, apenas 35% dos cargos de alta liderança, como gerência executiva, diretoria e C-level são ocupados por mulheres no Brasil, segundo levantamento da Diversitera publicado pela Exame em março de 2025 (exame.com). Ao mesmo tempo, as mulheres recebem, em média, 20,9% a menos do que os homens, conforme o 3º Relatório de Transparência Salarial do Ministério do Trabalho, divulgado em abril de 2025 (gov.br).

Esse conjunto de dados não é coincidência. É o retrato de um sistema que, por muito tempo, foi desenhado por homens, para homens e que ainda carrega, nas suas regras explícitas e implícitas, as marcas desse desenho original.

A desigualdade aparece em todos os níveis. No topo, 57,4% dos conselhos de administração não têm nenhuma mulher, e no ritmo atual, a paridade na alta liderança pode levar mais de 160 anos para ser alcançada (Instituto Talenses / Insper). Na remuneração, mulheres em cargos de direção recebem em média R$ 6.776 contra R$ 10.073 dos homens na mesma posição (IBGE). Para mulheres negras, o salário médio cai ainda mais: R$ 2.864 mensais.

Por trás desses números está o peso invisível do trabalho de cuidado: as mulheres dedicam 499 horas a mais por ano a afazeres domésticos do que os homens (DIEESE), o que impacta diretamente a disponibilidade e as oportunidades de crescimento profissional. Mães solo enfrentam uma diferença de renda de 32% em relação a outras mulheres não por falta de capacidade, mas por falta de estrutura das organizações.  

As empresas que avançam nessa agenda têm em comum atitudes concretas: revisam critérios de promoção, tornam faixas salariais transparentes, criam programas de mentoria para mulheres em média liderança e implementam licença parental igualitária. E entendem que essa não é uma agenda só de mulheres líderes homens que patrocinam, dividem espaço e praticam a equidade são tão fundamentais quanto qualquer política de RH.

A desigualdade de gênero nas empresas não vai se resolver sozinha com o tempo. Vai se resolver com dados, políticas reais e decisões intencionais. O teste mais honesto para qualquer organização é simples: as mulheres que trabalham aqui chegam tão longe quanto seu talento permite ou param onde as barreiras começam?

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Softwares completos e unificados: por que sua empresa não pode mais depender de sistemas isolados

Quantas ferramentas diferentes sua equipe usa para gerir o dia a dia? Planilhas, sistemas de ponto, plataformas de benefícios, softwares de folha... A fragmentação de dados é um dos maiores obstáculos à produtividade das empresas modernas. Softwares completos e unificados surgem para eliminar esse caos digital, integrando todas as operações em um único ambiente inteligente e confiável.

  • O problema dos sistemas isolados: Informações dispersas geram retrabalho, inconsistências e dificultam análises estratégicas. Cada sistema adicional representa um novo ponto de falha e custo de manutenção.
  • Vantagens da unificação: Uma plataforma centralizada reúne dados de RH, financeiro, benefícios e gestão de pessoas em tempo real, permitindo visibilidade total e decisões mais ágeis.
  • Integração e automação: Sistemas integrados eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem erros humanos e liberam os times para atividades de maior valor estratégico.
  • Escalabilidade e conformidade: Soluções unificadas acompanham o crescimento da empresa e facilitam a conformidade com obrigações legais como eSocial e LGPD.

Adotar um software completo e unificado é uma decisão estratégica que vai muito além da tecnologia é uma escolha por mais eficiência, menos desperdício e maior controle. Em um cenário onde dados são ativos valiosos, centralizar informações é o primeiro passo para transformar a operação e impulsionar o crescimento do negócio.
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Gestão comportamental: como transformar comportamentos em resultados estratégicos

Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas perceberam que habilidades técnicas sozinhas não garantem alta performance. É justamente o comportamento das pessoas  a forma como se comunicam, colaboram e reagem a desafios que determina, em grande parte, os resultados organizacionais. A gestão comportamental surge como resposta a essa necessidade, oferecendo ferramentas práticas para identificar perfis, alinhar expectativas e desenvolver equipes com mais inteligência e precisão.

  • O que é gestão comportamental: Aplicação de metodologias psicológicas e analíticas para compreender padrões de comportamento e utilizá-los como base para decisões de RH do recrutamento à avaliação de desempenho.
  • Ferramentas e metodologias: DISC, MBTI e People Analytics permitem mapear estilos comportamentais, pontos fortes e áreas de desenvolvimento de cada profissional.
  • Impacto na liderança: Gestores que conhecem o perfil comportamental da equipe conseguem delegar melhor, reduzir conflitos e aumentar o engajamento.
  • Retenção e clima organizacional: Empresas que investem nessa abordagem registram menor turnover, criando ambientes mais alinhados às necessidades individuais.

A gestão comportamental não é uma tendência passageira, é uma mudança de mentalidade. Ao colocar o comportamento humano no centro das decisões estratégicas, as organizações ganham eficiência, coesão e resultados sustentáveis. Investir nessa abordagem é, antes de tudo, investir nas pessoas que fazem a empresa crescer.
 

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