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Pesquisa revela relação difícil ou tóxica de 57% dos brasileiros com lideranças

Relações tóxicas no trabalho: Mais da metade dos brasileiros em conflito com chefias

Por EDC Group | Publicado em 13/12/2023
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Uma recente pesquisa da EDC Group, especializada em consultoria e outsourcing de RH, revelou que mais de 57% dos trabalhadores brasileiros têm uma relação difícil ou tóxica com seus gestores. O estudo, que visa avaliar o impacto da liderança na satisfação e saúde mental dos colaboradores, também aponta que 45% se sentem perseguidos por seus chefes.

O levantamento destaca que cobranças excessivas e falta de suporte gerencial são problemas comuns enfrentados pelos trabalhadores. Além disso, 56% dos entrevistados consideram seus gestores controladores, enquanto 63,80% relatam dificuldades no relacionamento com a liderança.

Daniel Campos Neto, CEO e fundador da EDC Group, enfatiza a importância da pesquisa ao destacar o papel fundamental da liderança tanto na cultura organizacional das empresas quanto na vida dos indivíduos. Ele aponta que gestores mal preparados podem causar prejuízos significativos à produtividade e ao crescimento empresarial, além de impactar negativamente a saúde mental das equipes.

A pesquisa também revela que 37% dos trabalhadores classificam a relação com seus chefes como difícil, enquanto 20% a consideram tóxica. Por outro lado, 19% relatam um bom relacionamento com seus líderes. Campos Neto observa que muitos gestores estão em um estágio de transição para comportamentos tóxicos, indicando a necessidade de mudanças e desenvolvimento de habilidades de liderança.

Outro dado relevante é que 36% dos funcionários optaram por permanecer em seus empregos devido a uma boa gestão, enquanto 64,16% planejam trocar de emprego nos próximos 12 meses, citando progressão de carreira, salários insatisfatórios e ambientes de trabalho tóxicos como principais motivos.

A pesquisa ressalta a necessidade de os gestores estarem abertos a críticas e feedbacks para melhorar o ambiente de trabalho. No entanto, 28% dos chefes raramente aceitam sugestões, em contraste com 20% que são receptivos a elas. Campos Neto conclui que ainda há um longo caminho a percorrer na evolução da liderança, destacando a importância de selecionar cuidadosamente os líderes e fornecer treinamento adequado para identificar e corrigir comportamentos prejudiciais.

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Softwares completos e unificados: por que sua empresa não pode mais depender de sistemas isolados

Quantas ferramentas diferentes sua equipe usa para gerir o dia a dia? Planilhas, sistemas de ponto, plataformas de benefícios, softwares de folha... A fragmentação de dados é um dos maiores obstáculos à produtividade das empresas modernas. Softwares completos e unificados surgem para eliminar esse caos digital, integrando todas as operações em um único ambiente inteligente e confiável.

  • O problema dos sistemas isolados: Informações dispersas geram retrabalho, inconsistências e dificultam análises estratégicas. Cada sistema adicional representa um novo ponto de falha e custo de manutenção.
  • Vantagens da unificação: Uma plataforma centralizada reúne dados de RH, financeiro, benefícios e gestão de pessoas em tempo real, permitindo visibilidade total e decisões mais ágeis.
  • Integração e automação: Sistemas integrados eliminam tarefas manuais repetitivas, reduzem erros humanos e liberam os times para atividades de maior valor estratégico.
  • Escalabilidade e conformidade: Soluções unificadas acompanham o crescimento da empresa e facilitam a conformidade com obrigações legais como eSocial e LGPD.

Adotar um software completo e unificado é uma decisão estratégica que vai muito além da tecnologia é uma escolha por mais eficiência, menos desperdício e maior controle. Em um cenário onde dados são ativos valiosos, centralizar informações é o primeiro passo para transformar a operação e impulsionar o crescimento do negócio.
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Gestão comportamental: como transformar comportamentos em resultados estratégicos

Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas perceberam que habilidades técnicas sozinhas não garantem alta performance. É justamente o comportamento das pessoas  a forma como se comunicam, colaboram e reagem a desafios que determina, em grande parte, os resultados organizacionais. A gestão comportamental surge como resposta a essa necessidade, oferecendo ferramentas práticas para identificar perfis, alinhar expectativas e desenvolver equipes com mais inteligência e precisão.

  • O que é gestão comportamental: Aplicação de metodologias psicológicas e analíticas para compreender padrões de comportamento e utilizá-los como base para decisões de RH do recrutamento à avaliação de desempenho.
  • Ferramentas e metodologias: DISC, MBTI e People Analytics permitem mapear estilos comportamentais, pontos fortes e áreas de desenvolvimento de cada profissional.
  • Impacto na liderança: Gestores que conhecem o perfil comportamental da equipe conseguem delegar melhor, reduzir conflitos e aumentar o engajamento.
  • Retenção e clima organizacional: Empresas que investem nessa abordagem registram menor turnover, criando ambientes mais alinhados às necessidades individuais.

A gestão comportamental não é uma tendência passageira, é uma mudança de mentalidade. Ao colocar o comportamento humano no centro das decisões estratégicas, as organizações ganham eficiência, coesão e resultados sustentáveis. Investir nessa abordagem é, antes de tudo, investir nas pessoas que fazem a empresa crescer.
 

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