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Os principais erros que empresas cometem ao terceirizar o RH

Do excesso de informalidade à falta de apoio jurídico: veja como evitar os erros mais comuns no RH da sua empresa.

Por EDC Group | Publicado em 30/05/2025
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Contratar pessoas é uma tarefa delicada — e muitas empresas, principalmente as que não contam com apoio especializado, acabam cometendo erros que resultam em processos trabalhistas, alta rotatividade ou baixa produtividade.

Aqui estão os erros mais comuns e como a EDC ajuda a evitar cada um deles:

  1. Contratação informal ou sem contrato adequado 
    Muitos negócios ainda contratam “por boca” ou usam contratos mal elaborados. Isso gera insegurança jurídica e pode custar caro. A EDC trabalha com contratos alinhados à legislação, protegendo o cliente e o trabalhador.
  2. Processos seletivos sem critério 
    Contratar só por indicação ou sem análise técnica pode gerar incompatibilidades que afetam o time. Com a EDC, os candidatos passam por triagem e entrevista antes de chegar até o cliente.
  3. Gestão trabalhista feita sem apoio 
    Folha de pagamento, ponto, benefícios, afastamentos e rescisões são complexos. Deixar isso nas mãos de alguém sem experiência é arriscado. A EDC cuida de tudo isso para você.
  4. Demora na substituição de profissionais 
    Se um funcionário sai ou precisa ser trocado, a operação não pode parar. A EDC mantém um banco ativo de talentos para agilizar novas contratações.

Evitar esses erros começa com a escolha certa da consultoria. A EDC cuida de toda a jornada do colaborador, do início ao fim, para que sua empresa trabalhe com tranquilidade e foco nos resultados. 

Clique aqui e agende uma conversa com quem entende do assunto.

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Adeus, Cargos. Olá, Habilidades! O que é a Skills-Based Organization?

Você já sentiu que a descrição de um cargo não define tudo o que você ou sua equipe entregam? No cenário dinâmico de 2026, o conceito de "cargo" está se tornando rígido demais para a velocidade das mudanças tecnológicas. É aqui que entra a Skills-Based Organization (SBO), ou Organização Baseada em Habilidades. Em vez de encaixar pessoas em caixas pré-definidas (como "Analista de Projetos X"), as empresas estão mapeando as habilidades individuais e as alocando onde elas geram mais valor.

Por que esse tema é o "queridinho" do momento? A Inteligência Artificial e a automação estão mudando as tarefas tão rápido que um título de cargo pode ficar obsoleto em meses. Ao focar em habilidades (como resolução de problemas complexos, fluência em dados ou liderança conectora), a empresa ganha uma agilidade sem precedentes. Segundo estudos recentes, empresas que adotam esse modelo têm 63% mais chances de atingir seus resultados de negócio e retêm talentos por muito mais tempo, pois oferecem jornadas de desenvolvimento personalizadas.

O futuro é ágil e humano A transição para uma organização baseada em habilidades não é apenas uma mudança de processo, é uma mudança de cultura. É reconhecer que o potencial humano é fluido e que, quando conectamos a habilidade certa ao projeto certo, o resultado é extraordinário. Sua empresa está pronta para abandonar os crachás e começar a valorizar o talento real?
 

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EDC Insights — Onde a Tecnologia encontra a Humanidade

No dia 29 de janeiro, demos o pontapé inicial no EDC Insights, o nosso ponto de encontro para discussões estratégicas. O objetivo deste projeto é simples, mas ambicioso: antecipar as dores do mercado e construir soluções que unam eficiência tecnológica e valor humano. Em nossa estreia, com o tema "Os Desafios da Inclusão na Era dos Agentes de IA", contando com a expertise de Maria Cecília Peixoto (mentora de carreira e fundadora da REMAR Mentoria) e do nosso CEO, Daniel Machado Campos Neto.

A IA como "Estagiária": O Risco do Viés Inconsciente Um dos pontos centrais do debate foi a desmistificação da Inteligência Artificial. Diferente do que muitos pensam, a IA não é neutra; ela aprende com bases de dados históricas que muitas vezes já carregam preconceitos. Daniel e Maria Cecília enfatizaram que a IA deve ser tratada como um "novo funcionário" que precisa de supervisão constante. Sem uma curadoria humana atenta, algoritmos de recrutamento podem excluir automaticamente talentos por critérios invisíveis, como idade (profissionais 50+) ou localização geográfica (regiões periféricas), perpetuando a exclusão digital.

Estratégias Práticas para um RH mais Inclusivo Para os líderes que buscam modernizar seus processos sem perder a essência inclusiva, o EDC Insights trouxe caminhos claros:

  1. Intencionalidade "Top Down": A diversidade não acontece por acaso; ela precisa ser uma meta estratégica da alta direção.
  2. Múltiplos Canais de Acesso: Daniel destacou que depender exclusivamente de entrevistas por vídeo com análise de IA pode segregar quem não tem acesso à tecnologia de ponta. Oferecer alternativas, como a submissão de currículos tradicionais, garante equidade.
  3. Educação do Agente de IA: Assim como treinamos pessoas, precisamos "letrar" nossos algoritmos para identificar e neutralizar vieses.

O "Teste do Pescoço" Encerramos o encontro com uma provocação poderosa: olhe ao seu redor agora mesmo. As pessoas que constroem a sua empresa refletem a diversidade do mundo lá fora? Se a resposta for não, é hora de agir. Na EDC Group, acreditamos que a produtividade que a IA nos devolve deve ser reinvestida no potencial humano.

A inclusão não é apenas uma pauta social, é o motor da inovação. Fique atento às nossas redes para os próximos encontros do EDC Insights e venha transformar o futuro com a gente! 
 

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